quinta-feira, 1 de agosto de 2013

A primeira condição para ser feliz é saber sofrer.

A primeira condição para ser feliz é saber sofrer. A segunda é crer firmemente na próxima finalização do sofrimento, visto como se trata duma situação anormal, portanto passageira. A terceira é não reter o sofrimento quando a hora de sofrer passou.

Jesus disse: “De vosso interior manarão rios de água viva.”

“Quem beber da água que eu lhe der, nunca mais terá sede; essa água se transformará, em seu interior, numa fonte manando para a vida eterna.”

“O homem bom, do tesouro de seu coração tira constantemente coisas boas.”

“Tudo que sai da boca vem do coração.”

Não obstante o Mestre ter ensinado estas coisas há perto de dois mil anos, há muita gente cujo interior é um vulcão donde continuamente sai fumo, cinza e lavas incandescentes.

Porque havemos de ser crateras vomitando matérias inflamadas, que originam calamidades e disseminam a morte, quando podemos ser fontes de bênçãos, mananciais de vida e de alegria? Porque havemos de empestar o ar que respiramos, nós e aqueles que o destino colocou ao nosso lado, quando está em nós tornar a atmosfera que nos envolve pura e fresca como a brisa das montanhas? Porque abrir nossa boca para ofender e deprimir, quando ela nos foi dada para louvar a Deus, e bendizer nossos irmãos? Porque conspurcar o coração, aninhando nele o ódio, o ciúme, a inveja, quando ele é, por sua natureza, o tesouro de todas as modalidades do amor?

Julgais que o homem bom é feliz porque nada o contraria, porque tudo corre ao sabor dos seus desejos, porque possui cabedais, porque tem ótima saúde, porque sua mulher e seus filhos o compreendem, respeitam e atendem? Enganai-vos. O homem bom tem aborrecimentos; vê, muitas vezes, seus desejos contrariados, luta com a pobreza, sofre enfermidades, suporta afrontas dos seus domésticos, é vítima de injustiças; no entanto, é feliz porque é bom, porque tira do seu interior consolação, paz e alegria de viver.

A felicidade não é causa, é efeito. As causas que a determinam estão em nosso interior, são todas de natureza espiritual. A pureza de sentimentos, a simplicidade de coração, a fé nos destinos que nos aguardam, são fatores de felicidade.

Esperança sem fronteir

Reuven Feuerstein era filho de um rabino da cidade romena de Botoani. Quando tinha 8 anos, um cocheiro analfabeto lhe pediu para que o ensinasse a ler a Torá, o livro sagrado dos judeus, em troca de seu relógio de bolso.

O cocheiro aprendeu a ler, mas o garoto não ganhou o relógio. Esta é a história da vida do psicólogo Feuerstein, hoje com 80 anos, e que no seu Centro Internacional de Desenvolvimento do Potencial de Aprendizagem, em Jerusalém, faz questão de não cobrar de seus pacientes.

Durante a segunda guerra mundial, ele estudava psicologia em Bucareste. Participou do movimento de resistência judeu, ajudando a enviar clandestinamente para a palestina crianças cujos pais tinham sido mandados para campos de concentração pelos nazistas.

Após a guerra, montou dois acampamentos para jovens traumatizados, sobreviventes do holocausto, que não iam bem na escola.

Na Suíça, em 1948, estudou com Jean Piaget, o pai da psicologia do desenvolvimento.

De volta a Israel, prosseguiu a trabalhar no seu método para ajudar deficientes mentais ou jovens de baixo rendimento.

Seu método ainda é visto com desconfiança em alguns círculos acadêmicos. Mas, o que é certo é que ele tem contribuído de maneira notável para a compreensão das habilidades e sua capacidade de modificação.

Enquanto muitos educadores acham que as crianças deficientes devem receber tarefas que não exijam muito, quase sempre manuais, Feuerstein desafia seus alunos com problemas intelectuais complexos.

Em dezembro de 1988, ele entrou em uma sala de aula da Universidade Barillan, próxima a Tellaviv.

“Podem me dar os parabéns”, falou. “tenho o orgulho de anunciar que acabei de me tornar avô. Meu neto tem síndrome de Down.”

Hoje, Feuerstein afirma: “eu sempre disse aos pais que o nascimento de uma criança com síndrome de Down era motivo de alegria, e não de tristeza”.

Quando meu neto nasceu, aconteceu comigo. Muitas vezes eu havia me perguntado qual seria minha reação. Mas passei no teste. O menino é uma fonte de alegria para mim.”

Aos 13 anos, ele está matriculado em uma escola comum.

Diz o avô: “ele vai crescer, casar-se e ter um emprego normal, como qualquer outra pessoa.”

E quando lhe perguntam: “que tipo de emprego”, responde depressa o sábio Feuerstein: “o de professor, talvez

Todos somos irmãos, filhos do mesmo pai, conforme ensinou o mestre Jesus.

O psicólogo Feuerstein, em seu instituto, dá provas desta verdade. Por suas mãos, passam meninos novaiorquinos, como o pequeno Daniel, de 11 anos; o pequeno autista da Costa Rica; o inglês Alex que aos 8 anos teve removido o hemisfério esquerdo do cérebro e aos 19 anos, já aprendeu a ler e a fazer as operações matemáticas básicas.

Mais do que isto: o rabino permitiu que seu método, que visa melhorar a inteligência e a capacidade de aprendizado, fosse traduzido para 17 idiomas. E hoje já é ensinado em mais de 50 países, inclusive no Brasil.

No estado da Bahia, o curso de Feuerstein está sendo introduzido no currículo das escolas do ensino médio, com previsão de atingir, dentro de três anos, 600 mil alunos, em 500 escolas.

Isto se chama fraternidade. Isto se chama esperança sem fronteiras.

Redação do Blog Espiritismo Na Rede baseado  no artigo “os milagres do dr. Feuerstein”, de autoria de Christopher Matthews, inserido na revista Seleções de abril-2002.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Mentira é sempre mentira

Certa feita, uma revista de circulação nacional apresentou reportagem acerca da mentira, mostrando-a como um ingrediente fundamental do jeitinho brasileiro.

Mais ou menos no mesmo período, determinado programa televisivo ofereceu a oportunidade aos telespectadores de opinarem se um personagem deveria ou não mentir para vingar um crime do passado, ainda impune.

A mentira venceu por larga margem.

Isso demonstra como estamos nos habituando com a mentira e a estamos utilizando, em nosso cotidiano.

Mentimos para obter algum benefício, para preservação da nossa imagem, para evitar um sentimento de vergonha, por verdadeira covardia.

Assim, um amigo não diz ao outro o que realmente pensa e deseja dele.

Se o amigo possui defeitos, em vez de alertá-lo a respeito, bate-lhe nas costas e com uma frase reticente, permite àquele interpretar que tudo vai muito bem.

A mãe mente para o filho pequeno, afirmando que já volta, e na verdade se ausenta por longas horas.

Servem-se da mentira alguns que afirmam serem técnicos em tal ou qual área, não passando, na verdade, de meros aprendizes.

Utilizam a mentira aqueles que oferecem um produto como sendo de primeira linha, quando não o é. Mentem todos aqueles que fazem promessas, sabendo antecipadamente que jamais as poderão cumprir.

Natural que tal clima gere desconfiança e descrença, itens que presidem ao relacionamento atual das criaturas.

Há quem acredite ser normal a criança mentir e somente ser sintoma de enfermidade no adulto.

Contudo, o mentiroso é sempre alguém enfermo. E em razão mesmo de sua forma de proceder, se torna desacreditado, mesmo quando se expresse de forma correta e verdadeira.

Para quem está habituado à mentira, se torna muito natural alterar o conteúdo ou a apresentação dos fatos, manipulando-os ao seu bel prazer.

As raízes da mentira se encontram no lar instável, mal formado, quando não emanam dos conflitos da personalidade, que induzem o ser à fuga da realidade e ao culto da fantasia.

Faz-se imperioso que se estabeleça uma disciplina rígida na arte de falar, procurando repetir o que se ouviu exatamente como se escutou; o que se viu da forma mesma como aconteceu, evitando-se interpretar o que se pensa em torno do assunto, que nem sempre corresponde aos fatos. Esta é uma maneira de vital importância para se abandonar o vício damentira.

Não há necessidade de mentir, e toda vez que nos servirmos da mentira, estaremos demonstrando um distúrbio de comportamento, que precisa urgentemente ser corrigido.

* * *

Mentir compulsivamente é um distúrbio da imaginação chamado mitomania.

A verdade deve ser sempre dita com naturalidade, sem alarde, mas na íntegra, jamais adornada de fantasias ou conclusões pessoais.

A FELICIDADE

ausência do amor é um dos maiores obstáculos para se atingir a felicidade. Estamos inseridos num mundo de terror e medo. O maior deles é o desprezo que aniquila a felicidade. Muitas ações deletérias podem ser incluídas nesse rol, tais como: o erro, o medo, o abandono, o egoísmo, o desânimo, a morte, a solidão, a depressão e a violência como distorções do amor.

Nosso ego que é a parte mais superficial do id, a qual, modificada, por influência direta do mundo exterior. (Por meio dos sentidos, e, em conseqüência, tornada consciente, tem por funções a comprovação da realidade e a aceitação, mediante seleção e controle, de parte dos desejos e exigências procedentes dos impulsos que emanam do id).

No superego (instância da personalidade formadora de ideais, e que age inconscientemente sobre o ego contra as pulsões suscetíveis de provocar sentimento de culpa, no id (a parte mais profunda da psique, receptáculo dos impulsos instintivos, dominados pelo princípio do prazer e pelo desejo impulsivo). Vamos encontrar antídotos maravilhosos para se atingir a felicidade tais como: um dia belo, o trabalho solidário, amor a vida, a verdade, o perdão, a fé, o otimismo, o amor aos nossos pais, a amizade, a compreensão, o lazer e a segurança.

A vida social bem regrada, voltada para os problemas da coletividade é uma forma de exterminar a violência. A mão amiga direcionada para nossa família, nossos amigos, bem como o estreitamento da amizade, pode nos levar ao viés que nos destine a felicidade. A nossa missão é ajudar sempre os seres humanos que estimamos e que estão mergulhados em atividades clandestinas; o amigo que se entregou a costumes infelizes; o esposo que se envolveu em obrigações incompatíveis, a companheira que se afasta dos próprios deveres, comprometendo-se em aventuras inconfessáveis; o irmão que nos mente, a fim de alcançar objetivos escusos, o parente amado que deserta de casa, lançando culpas indébitas sobre outrem; o político perspicaz e enganador; são essas pejorações que nos preocupam e ameaçam a nossa felicidade.

A maioria das criaturas pertencentes a grupos afetivos a que nos vinculamos, pelo instinto pode nos aplicar golpes de enormes proporções, nos furtando a felicidade. Lição: usar frases relacionadas ao amor que é um dos sustentáculos da felicidade: "A inteligência sem amor, te faz perverso; a justiça sem amor te faz implacável. O êxito sem amor te faz arrogante; a diplomacia sem amor te faz hipócrita. A riqueza sem amor te faz avaro; a pobreza sem amor te faz orgulhoso. A docilidade sem amor te faz servil, a beleza sem amor te faz ridículo. A autoridade sem amor te faz tirano, o trabalho sem amor te faz escravo; a simplicidade sem amor te deprecia. A oração sem amor te faz introvertido, a lei sem amor te escraviza, a política sem amor te deixa egoísta. A fé sem amor te deixa fanático, a amizade sem amor se converte em tortura, a vida sem amor não tem sentido.

Precisamos mudar muita coisa sem utilidade para o país e a população que se destinam somente aos políticos. As mudanças devem ser bruscas e os paradigmas quebrados, pois só assim teremos a condição de pensar em felicidade. Queríamos dizer que essas belas conotações são de autoria de grandes pensadores que vêem no amor a única solução para dizimar todas as chagas, todos os cânceres e chegarmos finalmente a abraçar a felicidade.

Desafios da vida




A dinâmica da vida é feita de desafios.

Constantemente as capacidades de todos os seres vivos que habitam este mundo, são desafiadas.

Algumas plantas só conseguem nascer porque as sementes aceitam o desafio de viajar pelo ar, superar os obstáculos e germinar em solo fértil.

Outras criam dispositivos para lançar as sementes à distância, com a força de uma pequena, mas decisiva explosão.

Os mecanismos que possibilitam a vida das plantas são os mais variados e intrigantes, basta observar.

Os animais também são desafiados a superar os próprios limites a todo instante.

Peixes que vivem em rios, buscam alternativas fora da água para garantir o alimento.

Existem alguns que disparam jatos d`água com a boca, alvejando insetos que estão na folhagem, à beira do rio.

Aves vão em busca de alimento nas águas, como o morcego-pescador, a águia, e outros pássaros.

Cobras que desafiam sua condição de rastejar pelo chão e serpenteiam no ar, voando de uma árvore à outra.

Quem já não ouviu falar de esquilos, rãs, lagartos e outros bichos voadores?

Insetos que criam mecanismos de disfarce perfeito, garantindo a própria sobrevivência e a de sua espécie.

São os desafios da vida...

Nenhum ser vivo permanece passivo na natureza. Todos precisam vencer obstáculos, superar os limites, crescer sempre.

Com o ser humano não é diferente. Não há como evoluir sem vencer os obstáculos e superar os desafios naturais da vida.

E assim sendo, como acontece com animais e plantas, o homem também precisa fazer os esforços necessários para superar limites e desenvolver novas faculdades.

Não há como terceirizar a tarefa de adquirir conhecimento e conquistar novas possibilidades de progresso.

Na lei de progresso não está previsto um intermediário, para nos substituir na aquisição das qualidades intelecto-morais.

Esse é um trabalho individual e intransferível...

Ao observar a história da humanidade podemos constatar que o homem fez grandes e importantes progressos, desde que iniciou sua trajetória nas cavernas.

Progrediu tanto fisicamente como na aquisição de valores intelectuais e morais.

Isso porque o espírito é imortal e seus conhecimentos e conquistas são cumulativos e jamais se perdem, nem mesmo quando ele sai do corpo, pela morte.

Esse artífice do progresso, que é o ser imortal, o espírito que viaja através de vários corpos, vai se aperfeiçoando e adquirindo novas possibilidades.

O corpo físico é seu instrumento de trabalho. O espírito se utiliza dele para desenvolver suas faculdades.

O progresso é uma lei divina, e a reencarnação também.

Assim, a cada nova existência o Espírito se aperfeiçoa e aperfeiçoa também seu instrumento de trabalho, que é o corpo físico.

O objetivo dessas lições é a conquista da felicidade, da perfeição.

Não haveria mérito nenhum se o espírito fosse criado perfeito.

Mas construindo a si mesmo, utilizando-se dessa ferramenta chamada corpo, ele sairá vitorioso, após vencida essa etapa, e não mais precisará da matéria. Então será Espírito puro, como Jesus.

Essa não é uma proposta justa e racional, para dar sentido à vida?

Todos somos Espíritos imortais, e é pelos nossos esforços que conquistamos novas possibilidades, superando os desafios da vida.

Como Jesus foi criado antes de nós, chegou antes à perfeição, mas voltou para nos ensinar sobre esse processo, e nos disse: “Sede perfeitos, como perfeito é o Pai celestial.”

Com Sua autoridade intelecto-moral, Ele afirmou que nós podemos fazer o que Ele fazia, e muitas outras coisas.

Basta aproveitar os desafios que a vida no corpo nos oferece para adquirir as faculdades que nos possibilitarão alçar vôos mais altos.

E o ponto de partida é o conhecimento das leis que regem a vida.

Pense nisso, e aceite esse desafio!

O QUE É ANSIEDADE?

A ansiedade e o transtorno do pânico, contrariamente ao que se acredita, não são um problema moderno. Na mitologia grega, encontra-se seu exemplo mais antigo: o Deus Pã (metade homem e metade carneiro), pertencente ao inconsciente coletivo daquele povo, fonte de sustos aos que se “aventuravam” por florestas e origem do termo pânico.

Os sintomas da ansiedade, como palpitações, sudorese, náuseas e dor torácica, foram, durante séculos, relacionados aos distúrbios dos órgãos, sendo negligenciada a sua causa mental pela medicina. Porém, com o advento da Psicanálise, comprovou-se que certas debilidades mentais (desordens sexuais) mediavam essas manifestações.

Segundo a teoria psicanalítica, a ansiedade é oriunda do conflito entre o Id e o Superego, o que leva à repressão de impulsos inaceitáveis pelo Ego, gerando desequilíbrio mental e os sintomas.

O Espiritismo, por Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Franco, explica que o distúrbio “está enraizado no ser que desconsiderou as Soberanas Leis e se reencarna com predisposição fisiológica, imprimindo nos gens a necessidade da reparação dos delitos transatos”.

Assim, estão na nossa programação reencarnatória, mais precisamente no nosso corpo somático, as condições necessárias para a eclosão da doença, desencadeadas por fatores sociais e psíquicos (estresse, traumas, perfeccionismo) geradores de conflitos e insegurança, principalmente na infância.

A disfunção orgânica requer tratamento com ansiolíticos e antidepressivos, além da psicoterapia para o enfrentamento dos medos. Os cuidados emocionais, provenientes da lei da caridade, amor e justiça, e o reconhecimento do indivíduo como doente da alma são fundamentais para o restabelecimento da confiança em busca da cura, proporcionando condições de aprendizado e evolução.

domingo, 28 de julho de 2013

A DIFERENÇA ENTRE OS PAÍSES POBRES E OS RICOS

Investigações demonstram que a diferença entre os países pobres e os ricos não é a idade. 

Isto pode ser demonstrado por países como Índia e Egito, que têm mais de 2.000 anos e ainda são muito pobres.

Por outro lado, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que apenas 150 anos atrás eram desconhecidos, hoje são países desenvolvidos e ricos.

A diferença entre países pobres e ricos, tão pouco está nos recursos naturais disponíveis.

O Japão possui um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura e a criação de gado, mas é a segunda economia mundial. Este país é como uma imensa fábrica flutuante, importando matéria-prima de todo o mundo e exportando produtos manufaturados.

Outro exemplo é a Suíça, que não produz cacau, mas tem o melhor chocolate do mundo. 

Em seu pequeno território cria animais e cultiva o solo durante apenas quatro meses no ano.

Não obstante, produz laticínios da melhor qualidade.

É um país pequeno que oferece uma imagem de segurança, ordem e trabalho, transformando-o no caixa-forte do mundo.
Executivos de países ricos que se relacionam com países pobres, evidenciam que não existe diferença intelectual realmente significativa.

A raça, a cor da pele tão pouco são importantes: imigrantes qualificados como preguiçosos em seus países de origem, são a força produtiva de países ricos. 

Onde está, então, a diferença? 

A diferença é a atitude das pessoas, moldada no decorrer dos anos pela educação, e pela cultura.

Ao analisarmos a conduta das pessoas dos países ricos e desenvolvidos, constatamos que a grande maioria, segue os seguintes princípios de vida:

A ética, como princípio básico.
A integridade.
A responsabilidade.
O respeito às leis.
O respeito pelos direitos dos demais cidadãos.
O amor pelo trabalho.
O esforço para economizar e investir.
O desejo de superar.
A pontualidade.

Nos países pobres, apenas uma minoria segue esses princípios básicos em sua vida diária.

Não somos pobres porque nos faltam recursos naturais, ou porque a natureza foi cruel conosco. 

Somos pobres porque nos falta atitude. 

Nos falta vontade para cumprir e assumir esses princípios de funcionamento das sociedades ricas e desenvolvidas.

Somos assim por querermos tomar vantagem sobre tudo e todos.

Somos assim por vermos algo que está mal e dizermos: “deixe como está”.

Devemos ter atitudes e memória viva, só assim mudaremos o Brasil de hoje.

Se você não encaminhar este e-mail, nada, nada irá acontecer. 

Seu cão ou gato não vai morrer, você não perderá seu trabalho, não vai ter sete anos de má sorte e tão pouco se enfermará. 

Se você ama o seu país circule esta mensagem para a maior quantidade de pessoas, reflita sobre isto, e MUDE!!!

Provavelmente você é uma dessas pessoas que faz a diferença e luta para mudar nossa sociedade corrupta e sem princípios. 

Mas lembre-se de que ainda existem muitos necessitando entender que a falta de princípios é a raiz da miséria.

PENSE NISSO e MÃOS A OBRAS!

. Os pensamentos geram atitudes.
. Atitudes geram hábitos.
. Hábitos geram um estilo de vida.
. Estilo de vida é o reflexo do caráter.
. O caráter de um povo é o reflexo daquilo que ele pensa.
. E seus representantes no governo, por isto, não pensam diferente.
. Nós somos o que pensamos, e não, o que pensamos que somos.