sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

ENGRAÇADO A PRESIDENTE DILMA,LULA, E O GOVERNADOR DA BAHIA RECLAMA DOS POLICIAIS   PELA GREVE, HORA VCS FORAM CAÇADOS E TORTURADOS NA DITADURA  E ENSINARAM OS BRASILEIROS A LUTAR  POR SEUS OBJETIVOS E FAZER GREVE NÃO TEM QUE SER SURPRESA PRA VCS AJOELHOU TEM QUE REZAR.O ENGRAÇADO É QUE O GOVERNADOR DO RIO JÁ DEU O AUMENTO SALARIAL. MORAL DA HISTORIA SE TEM GRANA PQ NÃO DÁ LOGO O AUMENTO E TRANSFORMAR NOSSA VIDA NO CAOS. QUEM SOFREU NESSE DILEMA FORAM NÓS COM AS PERDAS E AS VITIMAS.............
QUE AGUENTA ESSA BAHIA.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O TEMPO






Todas as criaturas gozam o tempo – raras aproveitam-no.
Corre a oportunidade – espalhando bênçãos.
Arrasta-se o homem – estragando as dádivas recebidas.
Cada dia é um país – de vinte e quatro províncias.
Cada hora é uma província – de sessenta unidades.
O homem, contudo, é o semeador – que não despertou ainda.
Distraído cultivador, pergunta: - que farei?
E o tempo silencioso responde, com ensejos benditos:
De servir – ganhando autoridade.
De obedecer – conquistando o mundo.
De lutar – escalando os céus.
O homem, todavia, - voluntariamente cego.
Roga sempre mais tempo – para zombar a vida,
Porque se obedece – revolta-se orgulhoso,
Se sofre – injuria e blasfema,
Se chamado a conta – lavra reclamações descabidas.
Cientistas – fogem da verdadeira ciência.
Filósofos – ausentam-se dos próprios ensinos.
Religiosos – negam a religião.
Administradores – retiram-se da responsabilidade.
Médicos – subtraem-se à medicina.
Literatos – furtam-se à divina verdade.
Estadistas – centralizam a dominação.
Servidores do povo – buscam interesses privados.
Lavradores – abandonam a terra.
Trabalhadores – escapam do serviço.
Gozadores temporários – entronizam ilusões.
Ao invés de suar no trabalho – apanham borboletas da fantasia.
Desfrutam a existência – assassinando-a em si próprios.
Possuem os bens da Terra – acabando possuídos.
Reclamam liberdade – submetendo-se à escravidão.
Mas chega, um dia – porque há sempre um dia mais claro que os outros,
Em que a morte surge – reclamando trapos velhos...
O tempo recolhe, então, apressado – as oportunidades que pareciam sem fim,
E o homem reconhece – tardiamente preocupado,
Que a Eternidade infinita – pede contas do minuto...

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Se você está feliz, ore sempre, rogando ao Senhor para que o equilíbrio esteja em seus passos.
Se você sofre, ore para que não lhe falte compreensão e paciência.
Se você está no caminho certo, ore para que não se desvie.
Se você está de espírito marginalizado, sob o risco de queda em despenhadeiros ou perigosos declives, ore para que o seu raciocínio retome a senda justa.
Se você está doente, ore a fim de que a saúde possível lhe seja restituída.
Se você tem o corpo robusto, ore para que as suas forças não se percam.
Se você está trabalhando, ore pedindo a Deus lhe conserve a existência no privilégio de servir.
Se você permanece ausente da atividade, ore, solicitando aos Mensageiros do Senhor lhe auxiliem a encontrar ou reencontrar a felicidade da ação para o bem
Se você já aprendeu a perdoar as ofensas, ore para que prossiga cultivando semelhante atitude.
Se você reprova ou condena alguém, ore rogando à Divina Providência lhe ajude a entender o que faríamos nós se estivéssemos no lugar de quem caiu ou de quem errou, de modo a aprendermos discernimento e tolerância.
Se você possui conhecimentos superiores, ore para que não lhe falte a disposição de trabalhar, a fim de transmití-los a outrem, sem qualquer idéia de superioridade, reconhecendo que a luz de sua inteligência vem de Deus que no-la concede para que venhamos a fazer o melhor de nosso tempo e de nossa vida, entregando-nos, porém, à responsabilidade de nossos próprios atos.
Se você ainda ignora as verdades da vida, ore para que o seu espírito consiga assimilar as lições que o Mais Alto lhe envia.
Ore sempre.
A oração é o momento de luz, nas obscuridades e provas do caminho de aperfeiçoamento em que ainda nos achamos, para o nosso encontro íntimo com o amparo de Deus.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

ABORTO

Olá irmãos


Que a paz de Oxalá esteja com todos


Bem irmãos seguimos o mês de homenagens a Nanã, como bem sabemos, a senhora da Terra, é senhora dos mortos, e hoje o assunto é uma forma de interrupção da vida, algumas causadas espontaneamente, outras, as que relataremos aqui são as criminosos, o aborto é o segundo maior crime espiritual, só tendo mais ênfase o Suicídio. O aborto cerceia a evolução de um ser que ainda nao pode se defender.

Aborto criminoso I.

> Reconhecendo-se que os crimes do “aborto provocado criminosamente” surgem, em esmagadora maioria, nas classes mais responsáveis da comunidade terrestre, como identificar o trabalho expiatório que lhes diz respeito, se passam quase totalmente despercebidos da justiça humana?


- Temos no Plano Terrestre cada povo com o seu código penal apropriado à evolução em que se encontra; mas, considerando o Universo em sua totalidade como o Reino Divino, vamos encontrar o Bem do Criador para todas as criaturas, como Lei Básica, cujas transgressões deliberadas são corrigidas no próprio infrator, com o objetivo natural de conseguir-se, em cada círculo de trabalho no Campo Cósmico, o máximo de equilíbrio com o respeito máximo aos direitos alheios, dentro da mínima quota de pena.

Atendendo-se, no entanto, a que a Justiça Perfeita se eleva, indefectível, sobre o Perfeito Amor, no hausto de Deus “em que nos movemos e existimos”, toda reparação, perante a Lei Básica a que nos reportamos, se realiza em termos de vida eterna e não segundo a vida fragmentária que conhecemos na encarnação humana, porquanto, uma existência pode estar repleta de acertos e desacertos, méritos e deméritos e a Misericórdia do Senhor preceitua, não que o delinqüente seja flagelado, com extensão indiscriminada de dor expiatória, o que seria volúpia de castigar nos tribunais do destino, invariàvelmente regidos pela Equidade Soberana, mas sim que o mal seja suprimido de suas vítimas, com a possível redução do sofrimento.

Desse modo, segundo o princípio universal do Direito Cósmico a expressar-se, claro, no “ensinamento de Jesus” que manda conferir “a cada um de acordo com as próprias obras”, arquivamos em nós as raízes do mal que acalentamos para extirpá-las à custa do esforço próprio, em companhia daqueles que se nos afinem à faixa de culpa, com os quais, perante a Justiça Eterna, os nossos débitos jazem associados.


Aborto criminoso II.
...

À face de semelhantes fundamentos, certa romagem na carne, entremeada de créditos e dívidas, pode terminar com aparências de regularidade irrepreensível para a alma que desencarna, sob o apreço dos que lhe comungam a experiência, seguindo-se de outra em que essa mesma criatura assuma a empreitada do resgate próprio, suportando nos ombros as conseqüências das culpas contraídas diante de Deus e de si mesma, a fim de reabilitar-se ante a Harmonia Divina, caminhando, assim, transitòriamente, ao lado de Espíritos incursos em regeneração da mesma espécie.

É dessa forma que a mulher e o homem, acumpliciados nas ocorrências do “aborto delituoso”, mas principalmente a mulher, cujo grau de responsabilidade nas faltas dessa natureza é muito maior, à frente da vida que ela prometeu honrar com nobreza, na maternidade sublime, desajustam as energias psicossomáticas, com mais penetrante desequilíbrio do centro genésico, implantando nos tecidos da própria alma a sementeira de males que frutificarão, mais tarde, em regime de produção a tempo certo.

Isso ocorre não somente porque o remorso se lhes entranhe no ser, à feição de víbora magnética, mas também, porque assimilam inevitàvelmente, as vibrações de angústia e desespero e, por vezes, de revolta e vingança dos Espíritos que a Lei lhes reservara para filhos do próprio sangue, na obra de restauração do destino.


Aborto criminoso III.
...

No homem, o resultado dessas ações aparece, quase sempre, em existência imediata àquela na qual se envolveu em compromissos desse jaez, na forma de moléstias testiculares, disendocrinias diversas, distúrbios mentais, com evidente obsessão por parte de forças invisíveis emanadas de entidades retardatárias que ainda encontram dificuldade para exculpar-lhes a deserção.

Nas mulheres, as derivações surgem extremamente mais graves.

O “aborto provocado”, sem necessidade terapêutica, revela-se matematicamente seguido por choques traumáticos no corpo espiritual, tantas vezes quantas se repetir o delito de lesa-maternidade, mergulhando as mulheres que o perpetram em angústias indefiníveis, além da morte, de vez que, por mais extensas se lhes façam as gratificações e os obséquios dos Espíritos Amigos e Benfeitores que lhes recordam as qualidades elogiáveis, mais se sentem diminuídas moralmente em si mesmas, com o centro genésico desordenado e infeliz, assim como alguém indebitamente admitido num festim brilhante, carregando uma chaga que a todo instante se denuncia.


Aborto criminoso IV.
...

Dessarte ressurgem na vida física, externando gradativamente, na tessitura celular de que se revestem, a disfunção que podemos nomear como sendo a miopraxia do centro genésico atonizado, padecendo, logo que reconduzidas ao curso da maternidade terrestre, as toxemias da gestação. Dilapidado o equilíbrio do centro referido, as células ciliadas, mucíparas e intercalares não dispõem da força precisa na mucosa tubária para a condução do óvulo na trajetória endossalpingeana, nem para alimentá-lo no impulso da migração por deficiência hormonal do ovário, determinando não apenas os fenômenos da prenhez ectópica ou localização heterotópica do ovo, mas também certas síndromes hemorrágicas de suma importância, decorrentes da nidação do ovo fora do endométrio ortotópico, ainda mesmo quando já esteja acomodado na concha uterina, trazendo habitualmente os embaraços da placentação baixa ou a placenta prévia hemorragípara que constituem, na parturição, verdadeiro suplício para as mulheres portadoras do órgão germinal em desajuste.


Aborto criminoso V.
...

Enquadradas na arritmia do centro genésico, outras alterações orgânicas aparecem, flagelando a vida feminina, como sejam o deslocamento da placenta eutópica, por hiperatividade histolítica da vilosidade corial; a hipocinesia uterina, favorecendo a germicultura do estreptococo ou do gonococo, depois das crises endométricas puerperais, a salpingite tuberculosa; a degeneração cística do cório; a salpingooforite, em que o edema e o exsudato fibrinoso provocam a aderência das pregas da mucosa tubária, preparando campo propício às grandes inflamações anexiais, em que o ovário e a trompa experimentam a formação de tumores purulentos que os identificam no mesmo processo de desagregação; os síndromes circulatórios da gravidez aparentemente normal, quando a mulher, no pretérito, viciou também o centro cardíaco, em conseqüência do aborto calculado e seguido por disritmia das forças psicossomáticas que regulam o eixo elétrico do coração, ressentindo-se, como resultado, na nova encarnação e em pleno surto de gravidez, da miopraxia do aparelho cardiovascular, com aumento da carga plasmática na corrente sanguínea, por deficiência no orçamento hormonal, daí resultando graves problemas da cardiopatia conseqüente.


Aborto criminoso VI.
...

Temos ainda a considerar que a mulher sintonizada com os deveres da maternidade na primeira ou, às vezes, até na segunda gestação, quando descamba para o aborto criminoso, na geração dos filhos posteriores, inocula automaticamente no centro genésico e no centro esplênico do corpo espiritual as causas sutis de desequilíbrio recôndito, a se lhe evidenciarem na existência próxima pela vasta acumulação do antígeno que lhe imporá as divergências sanguíneas com que asfixia, gradativamente, através da hemólise, o rebento de amor que alberga carinhosamente no próprio seio, a partir da segunda ou terceira gestação, porque as enfermidades do corpo humano, como reflexos das depressões profundas da alma, ocorrem dentro de justos períodos etários.

Além dos sintomas que abordamos em sintética digressão na etiopatogenia das moléstias do órgão genital da mulher, surpreenderemos largo capítulo a ponderar no campo nervoso, à face da hiperexcitação do centro cerebral, com inquietantes modificações da personalidade, a raiarem, muitas vezes, no martirológio da obsessão, devendo-se ainda salientar o caráter doloroso dos efeitos espirituais do “aborto criminoso”, para os ginecologistas e obstetras delinqüentes.


Aborto criminoso - Final.
...

> Para melhorar a própria situação, que deve fazer a mulher que se reconhece, na atualidade, com dívidas no “aborto provocado”, antecipando-se, desde agora, no trabalho da sua própria melhoria moral, antes que a próxima existência lhe imponha as aflições regenerativas ?

- Sabemos que é possível renovar o destino todos os dias.

Quem ontem abandonou os próprios filhos pode hoje afeiçoar-se aos filhos alheios, necessitados de carinho e abnegação.

O próprio Evangelho do Senhor, na palavra do Apóstolo Pedro (I Pedro, 4:8) adverte-nos quanto à necessidade de cultivarmos ardente caridade uns para com os outros, porque a caridade cobre a multidão de nossos males.


do livro Evolução em dois Mundos, pelo Espírito André Luiz, médiuns Chico Xavier e Waldo Vieira, Ed. FEB.

Que Oxalá nos abençoe sempre


Saravá  .'.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

A Teimosia





Dedicamos este texto aos companheiros de jornada que são pertinazes, porém referimo-nos ao sentido negativo da palavra.
Todo mundo um dia já teimou em algo, por isso este texto poderá servir de reflexão a todos nós, que estamos sempre buscando nos desvencilhar dos erros próprios das pessoas que precisam se melhorar.
Há os que insistem em manter-se “cegos” e “surdos” diante da verdade Maior. Do que falamos? Da realidade que permeia o mundo dos desavisados, aqueles que se mantém firmes no objetivo de não ouvir verdadeiramente o que o outro fala no sentido de alertar e ajudar.
A teimosia é escolho, atrasa a evolução, o entendimento e a harmonia interna.
Não nos referimos aqui aos que compreendem a necessidade de deixar certos vícios, emendando-se e buscando uma nova postura, mas sim aos que passam muito tempo presos a esta forma negativa de “ver” o mundo.
Os teimosos normalmente não veem erro no que fazem, não escutam conselhos e não admitem ouvir qualquer assunto direcionado a si que tenha relação com a crítica positiva.
Só escutam o que lhes convém, só aceitam os conselhos que alimentam mais a vaidade e, muitas vezes se quem os der for uma pessoa que julgam ser “inferior”, “inexperiente”, ou até mesmo com menos idade, por exemplo, tornam-se arredios e distantes, desprezando intimamente o que lhes foi dito.
Interpretam na maioria das vezes as admoestações de modo negativo, fazem chantagem emocional, retorcem os fatos e acusam os outros de estarem errados.
Há os que são além de pertinazes, vaidosos, tornam assim ainda mais difícil o diálogo, desviando-se dos conselhos e das correções que geralmente necessitamos fazer ao longo de nossa vida, e costumam afirmar sempre:
“O erro é sempre do (a) outro (a), eu sempre sou vítima e sou mal interpretado (a). Estou certo (a) no meu modo de ser e de agir, tenho “certeza” que tenho a razão!...”
 Vivemos em comunidade, em grupos sociais onde o convívio é obrigatório, as mudanças em nossa forma de pensar são comuns ao longo da vida, pois aprendemos e reaprendemos todos os dias. O que não quer dizer que não possamos errar, muito pelo contrário!
É natural que existam falhas, e é comum do ponto de vista humano a necessidade das emendas, crescemos um com o outro e os exemplos bons precisam ser assimilados.
Muito difícil se torna para os “teimosos de plantão” enxergar que a advertência por parte das criaturas amorosas, vem com um desejo puro de auxiliar e jamais de condenar. Neste texto não estamos fazendo referências aos que apontam de forma negativa e irresponsável os defeitos dos semelhantes.
Queremos convidar a todos para uma meditação sobre o tempo que se perde com o orgulho, com a vaidade e com a teimosia.
Talvez isso ocorra por ser um vício antigo da alma, o indivíduo tem a necessidade de se esconder, deve ser por medo ou por preguiça de avançar e então, prefere ficar estacionado.
A alma humana precisa evoluir, “adormece” às vezes, mas nunca retroage e o tempo perdido, com certeza é compensado quando reconhece-se o fracasso e vai-se em busca de novo ânimo para retomar a caminhada, já não mais incidindo no erro.
A teimosia excessiva é característica daqueles que estão ainda presos a um conceito ultrapassado, espíritos que ainda podem estar ligados ao sectarismo e à vaidade cega. Ainda preferem ter o ego “massageado”, vivendo iludidos, ouvindo “um conjunto de frases” repetidas podendo até ser positivas, mas que não diferem em nada em seu conteúdo, do que ouvir exortações e orientações necessárias que concorrem para equilíbrio e harmonia do espírito.
O orgulhoso perde boas oportunidades porque não vê a necessidade de corrigir-se, acredita que já o está fazendo e que não é preciso ouvir o que não lhe agrada.
Aprender a ouvir é ato de humildade e de extrema relevância para a retificação do espírito que ainda estagia na ignorância.
Escutar e aceitar de coração os bons conselhos é um proceder digno das pessoas mansas, pois devemos sabiamente usufruir o que for bom para nós e nos desvencilharmos rapidamente de tudo o que não nos servir.
As pessoas que nos admoestam, se o fazem por amor nos querem bem, elas reparam em nós algo que mais adiante nos impedirá de crescer. E mesmo as que nos criticam de forma a nos ofender, devem ser ouvidas atentamente. Esqueçamos-nos das ofensas observando se não há um “tantinho” assim de verdade no que nos foi dito.
Vamos todos a cada dia nos observar minuciosamente, no intuito positivo de buscar para nossa alma a retidão de caráter e a humildade, tão necessárias.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

O Homem e a Natureza










A Umbanda nos ensina entre outras coisas o culto aos Orixás e à natureza. Ela nos propõe a ideia de respeito integral a todos os seres e aos nossos irmãos menores.
O planeta é “nossa mãe”, dessa “essência” retiramos tudo para nossa sobrevivência e aprimoramento.
É curioso e triste observarmos o quanto contribuímos para seu desequilíbrio, com os excessos cometidos em nome da ignorância e da estupidez humanas.
O meio ambiente nunca esteve tão prejudicado quanto nos tempos atuais. O lixo tóxico é despejado nos rios, que são fonte de vida para nós e para a fauna e flora locais.
Em nossos oceanos observamos paralisados que a ganância e a falta de prudência, contribuem para que milhares de litros de petróleo poluam “acidentalmente” o mar, matando espécies marinhas, sujando as praias e envenenando os peixes. Sem contar com o lixo que é lançado ao mar pelos marinheiros desavisados e mal educados, entre outros.
Nas praias vemos os dejetos serem esquecidos nas areias, pelos turistas e usuários locais, como se não fosse responsabilidade de quem os deixou ali.
As oferendas são depositadas pelos religiosos, no fim do ano e nas épocas festivas, onde se faz homenagens. Sujam as praias obstaculizando a passagem dos transeuntes, sem contar que este excesso causa uma poluição visual.
É claro que não somos contra nossos confrades por isso, nem por qualquer outro motivo, respeitamos o ir e vir dos nossos irmãos, fazemos aqui apenas uma reflexão sobre as agressões que a natureza sofre em decorrência de nossas ações impensadas.
As matas são “presenteadas” com objetos deixados pelas pessoas que praticam camping e outras atividades ligadas as florestas e matas nativas (natureza). São garrafas pet vazias, preservativos, restos de cordas, lixo orgânico roupas que ficam esquecidas, vidros, bitucas de cigarro etc.
Os homens estão cegos e doentes, cortam nossas árvores sem nenhum controle, desmatam desordenadamente, ateiam fogo, matam as espécies para lhes roubar a pele. Retiram-lhes até os dentes para fazer colar e se enfeitarem (como se ainda estivessem vivendo num tempo remoto, onde os indivíduos nas tribos locais se enfeitavam com os dentes e a pele da caça), retirando também as penas, os chifres, os órgãos, deixando milhares de filhotes desamparados em decorrência da caça desrespeitosa.
Agridem os indígenas, interferem em sua cultura desrespeitosamente, extraem minerais e metais preciosos, poluindo os rios com metais pesados, devastando tudo à frente e causando um colapso no meio ambiente. É de desanimar qualquer cristão!  
Já nas grandes metrópoles o que vemos é uma reação violenta da natureza, cidades são construídas sem planejamento prévio. As pessoas vão se mudando para os arredores das mesmas e constroem de forma desordenada não respeitando a topografia do lugar, o crescimento da população é desproporcional ao controle que os órgãos públicos têm, acarretando em mais um colapso, pois a sociedade tem membros que desconhecem a necessidade da educação, da reciclagem dos produtos usados por nós, da preservação do meio ambiente e da construção equilibrada, que visa meios inteligentes de não agredir a natureza, de forma a não tomar para si prejuízos futuros.
Infelizmente é muito comum vermos a sujeira no chão dos lugares por onde passamos, tanto nos centros comerciais, quanto nos bairros.
Quando vem a chuva, aquele lixo que foi deixado em qualquer lugar, causa entupimentos absurdos, inundações, alagamento de ruas e casas.
Os desmoronamentos são uma realidade cruel para as pessoas, os soterramentos são um triste fato e não só atingem as camadas mais pobres da sociedade, mas também prejudicam os que têm situação econômica mais equilibrada. Para tanto repetimos, basta à construção desordenada e imprudente em lugares onde a topografia denuncia o perigo.
Os reatores nucleares não são suficientemente seguros, a cobiça e a arrogância do homem, impedem-no de pensar acauteladamente sobre estas questões.
 Os carros poluem o ar que respiramos com substâncias agressivas ao nosso organismo, podemos citar também os produtos químicos tóxicos que contribuem para a destruição da camada de Ozônio, gerando entre outros um aquecimento, que causa o derretimento das calotas polares. Onde é que vamos parar pessoal?!!!
Isto não é problema só dos que poluem, é nosso também! Mesmo dos que nada fazem para prejudicar o meio em que vivem, a responsabilidade também é nossa, claro que não nos referimos aos que já cuidam da natureza, preservando-a e “lutando” de forma honrosa para protege-la, estes já fazem parte dos que atuam de forma positiva, estão acima de nossas observações.
Todos nós precisamos contribuir de forma maciça para que não fiquemos sem a natureza.
Nós que cultuamos a Umbanda Ligamo-nos aos orixás, às forças positivas e aos guias espirituais que servem nesta “vertente de luz”, através do que há na natureza.
Nos utilizamos destas formas como símbolos, representações, onde em nosso culto nos conectamos à estas forças, nos renovando e reequilibrando-nos. Então, perguntamos: o que será de nós no futuro sem estas “ligações”?
A fauna e a flora fazem parte deste planeta, assim como nós, porém, das espécies existentes somos a que têm inteligência e discernimento, entretanto somos os mais violentos e cruéis seres que já habitaram este lindo planeta azul. Tornamo-nos hábeis estrategistas em destruir e desequilibrar a “própria casa”, o nosso hábitat, poluindo, devastando e matando.
As criaturas necessitam compreender que aqui é nossa casa, onde permaneceremos por muito tempo ainda, é preciso entender que todas as nossas ações causam reações.
Nosso orbe sofre um conjunto de ações negativas, isto significa que também sofremos, a natureza é implacável quando se trata de catástrofes e somos nós as suas maiores vítimas.
Busquemos de forma equilibrada nos conscientizarmos da necessidade urgente de cuidarmos do meio ambiente. Passemos a respeitar o que está a nossa volta, interagindo de forma saudável e equilibrada com tudo ao nosso redor, sendo umbandistas ou não.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

UM GRANDE HOMEM TRABALHADOR DE JESUS

Quem são os trabalhadores de Jesus?






Propomos de forma simples e despretensiosa, analisarmos os aspectos positivos dos obreiros do Mestre Jesus, buscando saber quem são eles, como vivem e o que semeiam, “vamos” lá?
Os trabalhadores do Divino Mestre são os que descem para o plano físico em missão, mansos e amorosos, servidores incansáveis da Seara Divina, enquadrando-se no perfil dos que cuidam da natureza, respeitando e amando os animais, que são nossos irmãos menores.
Estes irmãos são alegres, corajosos e têm boa vontade para com o próximo no que tange o altruísmo desinteressado.
Os obreiros pacíficos destacam-se pela simplicidade, humildade e sabedoria, independentemente da condição social, da cor da pele, do rito ou culto que seguem. Sempre mansos e pacientes, esperançosos e amigos. Uma característica interessante nestas pessoas, é que quando erram, são as primeiras a buscar pela corrigenda imediata e benfeitora.
Estamos fazendo uma singela análise sobre os nossos irmãos que de forma humilde e franca, contribuem para que mais pessoas possam sair de um estado de desequilíbrio, para um de harmonia, estudamos com atenção e respeito todos que se encaixam neste perfil agradável e positivo. E vão desde os que ainda são “pequeninos” em entendimento, até os que já possuem luz e sabedoria transcendentais, que estão nas diversas linhas de trabalho, voltados para o bem comum em todos os lugares do planeta.
São espíritos que despertaram em si o desejo ardente de obter sabedoria e equilíbrio, seres que aqui ou acolá, desdobram-se no desejo sincero de arregimentar mais “soldados” para Cristo.
Os seareiros do sublime Jesus, são homens e mulheres interessados no bem comum, são os pais e mães que educam com amor, são os profissionais que desempenham papéis fundamentais para o crescimento de uma nação, destacando-se pelo espírito de equipe, pela inteligência e compromisso com o bom e correto desenvolvimento de todos, sempre conscientes dos problemas existentes no mundo.
Eles desenvolvem tecnologia capaz de recuperar, transformar e proteger o meio ambiente, educam a sociedade e direcionam para uma vida de costumes mais saudáveis e responsáveis.
Podemos citar também os que inovam nas artes de forma positiva e respeitosa, no campo da música com bom gosto e equilíbrio, falemos também dos que são educadores e que introduzem novos conceitos, despertando interesse positivo, dando ótimos exemplos e tirando da ignorância milhares de seres.
Estes queridos irmãos estão em todos os lugares, estão atuando no meio religioso e fora dele, seriamente comprometidos com conceitos de amor universal, alheios ao fanatismo e ao exagero próprios dos que ainda “dormem” e dividindo com alegria o conhecimento adquirido.
Conhece-se um “operário” de Jesus por ser este devotado e amigo da família, bom caridoso e fraterno. São incapazes de depredar e de cometerem qualquer ato violento contra quem quer que seja e não impõem nada à ninguém, ofertam com amor, porém convidando a uma reflexão maior, jamais agredindo o livre arbítrio.
Semeiam o bem, o amor e a fé verdadeira e viva, quem tem a alegria de ter um desses no seio de uma família, bem sabe como é. Os que têm a honra de serem amigos rejubilam-se, pois sabem que naquele indivíduo, bate um coração “grande” e amoroso.
Estas almas simpáticas, constituem-se de pessoas muitas vezes anônimas, delicadas e amigas, singelas e responsáveis, cuidadosas, pacíficas e alegres.
São honestas e vigorosas, hospitaleiras e inteligentes, saudáveis, fiéis, e responsáveis.
Não podemos afirmar que estão somente no meio religioso, são cidadãos do mundo, estão em todos os lugares e nos servem de exemplo a ser seguido. São médicos, professores, cientistas, costureiras, pedreiros, engenheiros, arquitetos, donas de casa, comerciantes, jornalistas, alguns poucos políticos, cozinheiros, alguns médiuns, cuidadores, etc. Desde o mais simples ao mais qualificado, podemos sentir a essência bondosa e amiga em várias criaturas que vivem anônimas ou não, entre nós.
Assim sendo, podemos afirmar que estes são os trabalhadores de Jesus.