sexta-feira, 5 de agosto de 2011

DROGAS Pare de Beber.

DROGAS

Pare de Beber. No submundo espiritual estão sendo traçados planos sórdidos para destruição da juventude através das drogas, é uma guerra que está sendo traçada na espiritualidade, nossos guardiões estão trabalhando muito para destruir esta horda de espíritos mau feitores.

Alcoólicos Anônimos
A medicina atual ainda reluta - e infelizmente nos seus setores mais ligados ao assunto, que são os da psicoterapia – em aceitar a tese espírita da obsessão.

Narcóticos Anônimos

Fazenda da Esperança

A Fazenda da Esperança acolhe jovens que desejam se libertar das drogas e do álcool, mas também aqueles que anseiam descobrir suas vocações.

As drogas e a espiritualidade!


Ataque de espíritos viciados diretamente à aura do encarnado

Este mês (julho 2008), os nossos orientadores espirituais tem nos avisado do perigo que o planeta corre.

No submundo espiritual estão sendo traçados planos sórdidos para destruição da juventude através das drogas, é uma guerra que está sendo traçada na espiritualidade, nossos guardiões estão trabalhando muito para destruir esta horda de espíritos mau feitores.

Dia-a-dia nossos guardiões traçam planos de guerra, são dois exércitos, a luz contra as trevas, o bem contra o mau.

O sr Marabô me contou que ele está comandando um exército com 15 mil guardiões, que dia-a-dia estão sendo treinados e capacitados para combater esses seres maldosos.

Temos que lembrar que o outro lado também possui seu exército e Sr. Marabô contou que o exército deles é bem mais numeroso, são milhões e a cada dia aumenta seu número, devido à irresponsabilidade e a vulnerabilidade do ser humano que se deixa influenciar por esses espíritos.

Infelizmente os encarnados tornam a missão de nossos espíritos guardiões bem mais árdua e difícil, devido as suas atitudes, facilitam completamente o trabalho de espíritos obsessores.

Sr. Marabô me contou que a cada derrota, nossos guardiões choram e se preocupam com o futuro do planeta, enquanto o exército inimigo comemora de uma maneira nojenta.

Eles aprisionam espíritos de desencarnados viciados e os acorrentam, praticando com eles os tipos mais vis de torturas, uma cena lamentável.

Outro dia eles perderam uma batalha, perderam quatro jovens para o alcoolismo.

Eles voltavam de uma balada e morreram em um acidente.

Quando sr. Tata Caveira chegou no local do acidente para tentar ajudar de alguma forma os jovens desencarnados, já era tarde demais, um grupo de espíritos negros já os havia acorrentado e os estava levando como escravos, abriu-se um buraco no asfalto e eles entraram por ele, rindo, gargalhando e aterrorizando os jovens.

Muitas dessas cenas se passam no astral sem que a humanidade tome conhecimento, é uma batalha diária que poderia ser diminuída se nós tivéssemos espiritualidade, fé e consciência.

Pensem nisso, reflitam antes de se deixarem levar pelo vício e por atitudes ilícitas.

Por este e outros motivos é que eu Mãe Vaniah T'Ògúm sou totalmente contra o uso de alcóol e cigarro em nossas sessões de Umbanda.

Se um Exú acabou de perder uma batalha para esse exército do mal, como ele se sente se ao chegar a um terreiro para trabalhar o médium pega uma cachaça e um charutão?

http://vomariaconga.blogspot.com/2008/07/as-drogas-e-espiritualidade.html

A droga e o jovem

Rosa Maria Silvestre Santos


O jovem desprovido de maturidade emocional, vivendo a complexidade da vida humana, o medo de enfrentar dificuldades, as frustrações e o modismo é um forte candidato para as drogas.

O jovem usa droga para:

reduzir tensão emocional - ansiedade;
remover o aborrecimento;
alterar o humor;
facilitar encontrar amigos;
resolver problemas;
seguir os colegas;
ficar na moda;
expandir a consciência - transcender;
buscar o auto-conhecimento;
atingir o prazer imediato; etc.

O jovem usuário de drogas tem dificuldade de formar um "eu" adulto e fica sempre com uma sensação de incompletude, a droga age como um cimento nas fendas da parede que completa seu "eu", é a conhecida fase do "estágio do espelho quebrado" em que Olieveinstein (1991, apud Bergeret & Leblansc) diferencia o usuário do toxicômano. As carências constituídas na primeira infância acarretam esta "falta" ou "incompletude" e a droga vem para completar.

O início do uso de drogas é uma lua de mel.

Os pais ficam longos anos desconhecendo que o filho as utiliza.

Depois da lua de mel vem o desconforto de estar sem o produto, aumenta a "tolerância" (necessidade de mais doses para o mesmo efeito) e a "dependência" (dificuldade de controlar o consumo).

Geralmente, encontramos jovens que usam drogas legais e ilegais nos shows e festinhas, mas não se consideram dependentes delas.

"Brincam com fogo" e desprezam toda informação científica que alerta sobre os perigos da "tolerância" e da "dependência".

A experiência internacional (Carlini,Carlini-Cotrim & Silva-Filho,1990), constata a existência de três fatores que, juntos, favorecem o desenvolvimento da "toxicomania" ou "dependência química", são eles: a droga, o jovem e sua personalidade e o momento dele dentro da família e sociedade.

O que leva o jovem a fazer uso de droga é a busca do prazer, da alegria e da emoção.

No entanto, este prazer é solitário, restrito ao próprio corpo, cujo preço é a autodestruição.

Tudo isto faz esquecer a vida real e se afundar num mar de sonhos e fantasias.

Esta é uma opção individual, se bem que, muito condicionada ao papel do grupo.

"O uso de drogas pode ser uma tentativa de amenizar sentimentos de solidão, de inadequação, baixa auto-estima ou falta de confiança." Silveira, 1999.

Além do prazer, a droga pode funcionar como uma forma de o adolescente afirmar-se como igual dentro de seu grupo.

Existem regras no grupo que são aceitas e valorizadas por seus membros, tais como: o uso de certas roupas, o corte de cabelo, a parada em certos locais e a utilização de drogas.

É no grupo que o jovem busca a sua identidade, faz a transição necessária para alcançar a sua individualização adulta.

Porém, o jovem tem o livre-arbítrio na escolha de seu grupo de companheiros.

O tipo de grupo com o qual ele se identifica tem tudo a ver com sua personalidade.

Outra motivação forte para o jovem buscar a droga é a transgressão.

Transgredir é contestar, é ser contra a família, contra a sociedade e seus valores.

Uma certa dose de transgressão na adolescência é até normal, mas quando ela excede com drogas, representa a desilusão e o desencanto.

Os jovens, muitas vezes, utilizam determinada droga para apontar a incoerência do mundo adulto que usa e abusa das drogas legais como álcool, cigarro e medicamentos.

Acreditam que os adultos deveriam ser um "porto-seguro", um referencial da lei e dos limites.

No entanto, muitos adultos não pararam para refletir sobre isso.

A "onipotência juvenil" é uma característica da adolescência que faz com que o jovem acredite que nada vai acontecer.

Pode transar sem camisinha e não vai engravidar ou pegar AIDS ou DST, pode usar drogas e não vai se tornar dependente.

No entanto, é ainda maior o risco de dependência, no jovem quando:

- possui dificuldade de desligar-se da situação de dependência familiar;
- existem falhas na capacidade de reconhecer-se como indivíduo adulto, capaz e separado dos outros;
- possui dificuldades de lidar com figuras de autoridade, desafia e transgride compulsivamente.

Os adolescentes sofrem influências de modismos e de subculturas, são contestadores, sofrem conflitos entre a dependência e a independência, têm uma forte tendência grupal, um desprazer com a vida urbana rotinizada e uma grande ausência de criatividade.

Alguns adolescentes fazem a descoberta do valor da vida em confronto com a morte, através de esportes violentos, pegas de carros, roleta russa, anorexia nervosa, suicídio e drogas.

A primeira onda de socialização da droga surgiu nos anos 60.

Muitas pessoas começaram a questionar a realidade social e procurar uma cura psíquica na natureza, já que o mundo urbano não oferecia alternativas.

Aprenderam a usar certas plantas para modificar a percepção consciente, era a época dos hippies.

Hoje, depois de 30 anos conhecemos o grande equívoco, definitivamente todas as drogas causam dependência e esta "falsa" sensação divina acaba anestesiando a realidade individual de não se sentir "bom o bastante".

Segundo Griscom, o desejo de drogas é sempre a busca de algo mais.

Os pais transmitem isso aos filhos quando eles próprios ingerem droga e os seus filhos acabam fazendo a mesma coisa.

Isso é explicado geneticamente, já existe no equilíbrio bioquímico uma predisposição.

"O uso de drogas ativa a expansão para a dimensão astral, fazendo a pessoa entrar em realidades que podem ser muito sedutoras, atraentes e abrangentes; por isso as drogas ofereciam uma saída, um escape da realidade linear e da luta para conseguir um lugar no mundo" Griscom, (1991, p.71).

A sociedade atual tem pouco a oferecer para o jovem antes que sejam considerados adultos produtivos, suas vidas estão sem significado e seus modelos são os heróis intocáveis da TV.

Os jovens sabem que nunca serão estes heróis e sentem necessidade de se descobrir e responder a questão "Quem sou eu?"

"Os jovens procuram encontrar-se utilizando drogas. Tentam eliminar a dor, a limitação, sacudir-se do desconforto de serem pequenos demais.

Fazem isso por meio de drogas porque foram criados num modo de vida quase passivo.

Hoje a juventude acumula eletricidade estática que não deixa uma marca, não encontra um canal para escoar.

A agitação é grande demais para o Sistema Nervoso que é estimulado em excesso e não possui um canal de reação.

Assim os jovens simplesmente utilizam vários tipos de drogas para sintonizar-se e livrar-se do desconforto que sentem no corpo, nas emoções e na mente." Griscom (1991, p72 e 73).

É tão difícil para o jovem ser ele mesmo que acaba representando vários papéis, um em casa, outro com os colegas, outro na escola, indefinidamente espera ser levado em conta.

Chegar aos 18 anos, de nada alivia porque o processo educativo é prolongado, a adolescência também é prolongada e fica muito longe a chegada à idade adulta, na qual a sociedade o aceitará e aprovará seus conceitos, pensamentos e criatividade.

Os pais não sabem o que fazer com a caótica energia do jovem e a escola muito menos.

O jovem vive uma realidade tensa com as notas, provas, semestres... sem que se perceba como um sentido real de força e valor.

Esta separação emocional e intelectual acaba provocando o "aluno desistente".

Desistir de estudar é sedutor, é uma defesa contra um mundo hostil.

As drogas aliviam o desconforto social, funcionam como uma cortina de fumaça para disfarçar a sensação de vazio. (Griscom,o. cit.)

"Muitas pessoas começam a utilizar drogas como um meio de alcançar o seu próprio eu divino, mas pagam um alto preço por isso.

A aglutinação do núcleo da nossa percepção consciente fica enfraquecido pelas drogas.

Quando tomamos alguma droga que nos leva à dimensão do astral, sempre ocorre um afrouxamento do controle do ego, que diz: "Tenha cuidado! Cuidado com isso".

É isso mesmo, libertamos o ego que nos aborrecia, mas quando entramos na dimensão do astral perdemos também a nossa essência!" Griscom (1991, p. 77).

Nosso caminho evolutivo acaba sendo atrasado por esta opção que tanto ilude e prejudica nossa essência e nossa capacidade de discernimento.

O que acontece é que as drogas trazem uma percepção de realidade passiva.

Podem até ser um caminho para a expansão da percepção consciente, porém é um caminho passivo, de fora para dentro, é artificial e causa dependência.

A dimensão do astral não é passiva, exige ação intencional, práticas de respiração, meditação e recolhimento interior.

"A maconha é uma das drogas que criam uma modificação permanente no cérebro.

A maconha deposita nas sinapses nervosas um resíduo viscoso que é parecido com o piche e não pode ser retirado.

Esse resíduo retarda nossa capacidade de entrar em outras oitavas de percepção consciente porque as sinapses, que transportam mensagens, perdem a faculdade de entregar os dados que recebem.

As pessoas que optam por essa forma de alterar a percepção consciente estão de fato diminuindo suas próprias vibrações." Griscom, 1991, p.78

Se quisermos entrar em contato com a Espiritualidade Maior, em outras dimensões, não podemos danificar nosso campo eletromagnético, somos sistemas energéticos.

Quando utilizamos drogas criamos buracos no campo de nossa aura.

Quando os jovens conhecem sua finalidade na vida, reconhecem a força no seu coração e na sua intuição, não sentem necessidade de recorrer às drogas como meio de fuga.

Podem compartilhar a ligação com o Eu Superior e sentir a energia criativa que emanam através das palavras, imagens, quadros ou música.

As principais recomendações de Divaldo Franco para o jovens são essas:

A pretexto de comemorações, festas, não se comprometa com o vício; apenas um pouquinho pode ser uma picada de veneno letal que mesmo em pequenas doses pode ser fatal;

Se está feliz, fique feliz lúcido;

Se está sofrendo, enfrente a dor abstêmio e forte;

Para qualquer situação recorra à prece.


http://www.panoramaespirita.com.br/modules/smartsection/category.php?categoryid=14


Espiritualidade revela:

há espíritos ovoides no crack

Fernando Ós

A senhora, em pranto contido, dizia à entrevistadora do programa Novos Rumos, de uma rede mundial de rádio e TV:


– A senhora pode me dizer o que quiser, eu não acredito em Deus porque ele me tirou a criatura que eu mais amava. Ele não podia ter feito o que fez comigo.

Entrevistadora:


– De que morreu seu filho?

Mãe:
– Ele perdeu a vida na noite em que, por distração, tomou uma overdose de crack.

Naquela noite, ele saiu sozinho dizendo que ia passar na casa de um amigo.

Após jantarem, os dois amigos foram a uma “boca de fumo”, ali começaram a fumar pedras de crack e beber cervejas mais do que deveriam.

Fizeram isso até 1 hora da madrugada.

Foi quando meu filho Lúcio (choro e sufoco na voz) teve o primeiro desmaio e foi socorrido por duas pessoas presentes.

O que sei é que meu filho não acordou (tranca a voz e chora...) e só foram chamar a ambulância às 3 horas de uma madrugada muito fria.

O veículo chegou dali a meia hora, mas ele já estava morto.

Não me perdoo por não ter ido buscá-lo, como fiz antes por várias vezes. Por que Deus fez isso?

– A senhora está acumulando muita revolta em seu coração...

– Você diz isso porque o filho amado não é seu!

– Sim, peço que me perdoe. Mas Deus perdoa o coração de uma mãe. Quanto tempo faz isso?

– Três anos e meio. E nesse tempo não houve um único dia em que eu não derramasse lágrimas.

Às vezes me pergunto se eu não cometi erros na sua educação. Sonho e vejo-o todos os dias.

Eu lhe satisfazia todas as vontades. Mais do que mimo, eu lhe dei amor. Um amor de paixão. Somos almas gêmeas.

– O que devo lhe dizer é que a Doutrina Espírita tem respostas lúcidas para todas as adversidades da vida.

Então a senhora mãe replicou com aspereza:


– Eu não quero Doutrina, eu quero meu filho!

Ao que a entrevistadora acrescentou:


– Vamos aguardar, estou percebendo que seu filho esteve com a senhora por todos esses três anos e meio e sofre de saudade.

Mas, por ora, não tenho nada a acrescentar porque seu sofrimento é intenso nesta hora. Quando estiver mais calma poderemos conversar com mais proveito.

Episódio

Não obstante, em se tratando de um vício excomungado e amaldiçoado como é o crack, que pode roubar o filho querido de uma mãe desde a primeira fumada, as coisas não param por aí.

Revelo a seguir um episódio quase incrível no seu conteúdo dramático acontecido no Lar Irmã Esther outro dia, após os trabalhos de cura nos quais atendemos 50 pessoas com as mais diversas enfermidades.

O chefe da equipe espiritual que atendia os pacientes, o dr. Frederico, que a médium A incorporava, respondendo a uma indagação minha sobre o baixo resultado que as autoridades públicas alcançam no tratamento dos viciados em drogas, particularmente na do crack, deu-nos o seguinte esclarecimento acerca do que acontece com drogados nos dois lados da vida.

O fato real acontece nos laboratórios do vício situados nas baixas esferas espirituais, protagonizados por mentes bastante inteligentes, mas inclinadas ao mal.

Eis o que diz dr. Frederico:


“Espíritos dotados de raciocínio e cultura material, mas voltados para a maldade com que algemam e destroem suas vítimas, formam verdadeiros exércitos de alucinados pelo consumo, principalmente com preferência pelo crack, droga que é de baixo custo em forma de pequenas pedras e poder escravizante devastador.

Poucos sabem na Terra que a rápida viciação propiciada pelo crack foi inventada num dos vários laboratórios de alucinação que funcionam no entorno do planeta.”

E sabem por que o crack é tão poderoso?

Certamente vocês estão cientes ou leram acerca dos espíritos ovoides nos antros da erraticidade do espaço: são entidades espirituais que, durante as últimas existências no plano físico, agasalharam em si o gigantismo do mal através de vícios, aventuras escabrosas, fascinações e suicídio moral.

São escravos de vícios muito antigos que perderam o ponto norte da vida e na espiritualidade refluíram para o aspecto de um ovo frito, embora com vida, em que no lugar da gema o que aparece é um grande olho “voltado vagamente para lugar nenhum”, e que permanecem nessa situação de pena e dor por décadas e mesmo séculos.

Pois bem, desde a expansão do mal na Terra, os espíritos da sombra que fazem tais logísticas utilizam essa substância espiritual que aqui denomino de “gemas”, ou energias espirituais do vale da morte, e as colocam na composição química do crack, que no plano físico nada mais é do que restos de lixo de cocaína misturados com bicarbonato de sódio.

Esse é o amplo motivo pelo qual tem efeito devastador desde a experimentação.

O problema básico que aturde muitos especialistas em suas análises é que eles não acreditam na Lei de Reencarnação através de vidas sucessivas.

A cultura que conseguem amealhar durante a vida cria-lhes uma falsa autossuficiência no saber, que neles se expressa sob a forma de vaidade no campo intelectual.

O ambiente dos vários anos de estudos acadêmicos é materialista, e isso bloqueia a visão na vida que se segue após a morte.

A humildade é a virtude que abrirá caminhos para que a comunidade científica evolua para a espiritualidade.

Enfim, vai aqui um resumo bem claro dos consumidores de crack: se não vencerem o vício, entrarão na vida imortal como suicidas e responsáveis perante o destino humano.

http://www.cracknempensar.com.br

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

A UNIÃO LEGALIZADA OU NÃO ENTRE OS HOMOSSEXUAIS. OS QUE COMPREENDEM E OS QUE CONDENAM.




O casamento entre homossexuais é assunto pertinente às leis humanas, aos conceitos jurídicos do Código Civil. O Espiritismo não condena e nem critica. Os costumes da união de homossexuais, porque não ensina a agir com violência, radicalismo, preconceito e fanatismo. Observa com a luz do Cristo, aplicam a indulgência e compaixão, compreensão e respeito à liberdade de cada ser humano.

Na visão espírita do homossexualismo devemos somar a razão de Kardec com o amor de Jesus, ansiamos por enxergar melhor o fenômeno da vida humana, visualizar a realidade dos espíritos reencarnados, instruir construindo, educar o coração sofredor e fortalecer a mente desgovernada.

O Espiritismo não condena as pessoas homossexuais que vivem juntas numa união sexual não-aprovada ainda pela lei civil de nosso país. Entre nós, espíritas, existem os que compreendem, respeitam e não fogem dos laços de amizade cristã com eles. E existem aqueles irmãos de fé que apreciam criticar condenar, zombar por amar mais a verdade do que o semelhante e os excluem de seu círculo de amizades.

O de que mais precisamos na atualidade é compreender de coração evangelizado as experiências afetivo-psicológico-psíquico do homossexual, amá-los, orientá-los e ajudá-los a superar suas ambigüidades e frustrações íntimas. Devemos respeitar plenamente (sem condenar, sem criticar) qualquer união permanente de homossexuais. O que adianta a nós, espíritas, julgá-los, condená-los e persegui-los ! O tempo das cruéis perseguições inquisitoriais, felizmente já passou. Agora é a era do amor sentido, da compreensão do outro, do entendimento de suas grandes lutas morais. Eles têm a liberdade de conviver com quem desejem, mesmo contrariando a família, os amigos e o próprio código da lei civil.

Estes indivíduos não têm potencialidades psíquicas para conviver na união heterossexual, vão viver com quem eles encontrem afinidade na união homossexual. Querem sair da imensa e desoladora solidão afetiva em que se encontram.


Muitos homossexuais chegam a ter melhores dotes de coração do que muitos religiosos fanáticos e dogmáticos ou de espíritas inflexíveis, amantes da verdade teórica mas sem demonstração do amor incondicional na convivência .

Nenhum espírita ajuda, educa e soergue a alma sofredora, se detém o conhecimento sem amor e a sabedoria sem caridade.

Devemos observar as uniões homossexuais (que se multiplicam em todos os povos, grandes e pequenas cidades) sem alarde, sem estranheza, sem desapontamento a qualquer tipo de relacionamento afetivo-sexual: homem com homem e mulher com mulher.

Não é dever de nós, espíritas, sermos: palmatórias do mundo, julgadores contumazes da conduta alheia, condenadores inflexíveis aos que intitulamos pecadores, maledicentes das uniões homossexuais.

Quem ama não critica, não condena e não exige transformações da alma de forma repentina. Quem condena não ama, não ajuda e nem educa o espírito necessitado de apoio, amor e orientação.

Os espíritas mais radicais com o homossexualismo deveriam perguntar a si mesmos: Será que no mundo espiritual, após a nossa desencarnação, os Benfeitores Espirituais irão nos convidar para continuarmos exercendo a atitude condenatória contumaz diante dos espíritos atormentados sexualmente que se contam aos milhões domiciliados nas zonas umbralinas e trevosas do mundo espiritual? O bom senso nos diz que não seremos convidados para agir dessa maneira infeliz.

Com tal conduta de coração endurecido somos espíritas radicais que não amamos, não ajudamos, nem educamos ninguém. Com nossa inflexibilidade vamos desanimar almas, oprimir quem deseja melhorar, destruir as mais nobres esperanças. Seremos espíritas sem Cristo, sem amor legítimo, sem a luz interna do coração.


Os homossexuais são aquelas pessoas talvez, hoje em dia, mais sofrem incompreensão, condenação, preconceito, exclusão, críticas veladas muito especialmente dos religiosos fanáticos, extremistas e puritanos. Disse Jesus com veemência quanto à atitude julgadora das pessoas escravas das expressões infelizes das imperfeições humanas:

"Vós julgais segundo a carne, eu a ninguém julgo". João, 8:15

Aos que julgam com ar de grandeza, pureza e santidade, Jesus chamou de hipócritas, pedindo-lhes que primeiro extraiam seus próprios defeitos antes de julgar os erros do próximo:

"Hipócrita, tira primeiro a trave de teu olho e então verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão". Mateus, 7:5

Colocou o Mestre das almas, como única condição para julgar alguém, que não cometesse nenhum erro ou falta contra outrem: "Aquele que entre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedras". João, 8:7

Neste versículo de Mateus, o Divino Mestre mostra que existe uma justiça superior à dos homens. Pede que não julguemos, a fim de não sermos julgados, mais tarde, pelas nossas vítimas, adversários e também pela Lei de Deus, quanto à nossa dureza de coração. "Não julgueis, para não serdes julgados". Mateus, 7:1.

A Lei de Amor de Deus pede que se julgue o próximo, não que o julguemos segundo as nossas imperfeições morais: julguemos segundo a reta justiça de Deus, que é misericórdia. Deste modo acertaremos, pois julgaremos não para condenar (neste caso os homossexuais), mas para em melhores condições ajudar e socorrer, amparar e servir:

"Não julgueis segundo a aparência, mas, sim, pela reta justiça". João. 7:24.

Com a mesma medida de rigorosidade que aplicarmos aos irmãos que se encontram submetidos às grades da culpa. Deus também usará de rigor em nosso julgamento da consciência e de nossos atos. Quem hoje usa de rigorosidade implacável contra homossexuais, talvez em futura encarnação possa passar pela expiação da homossexualidade. Foi o que Jesus quis dizer: "Pois com o critério com julgardes, sereis julgados; e com a medida com tiverdes medido vos medirão também?" Mateus, 7-2

Jesus não veio ao mundo inferior de provas e expiações para a ninguém julgar; assim deverá comportar o espírita; não ser juiz das faltas do próximo. Abramos o coração evangelizado para amar e respeitar, tolerar e conviver, aceitar e relacionar-nos, ser compreensivos e indulgentes:

"Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele". João, 3:17.

Reencarnação e Patologia do Sexo - Homossexualismo


Reencarnação e Patologia do Sexo - Homossexualismo

Ricardo Di Bernardi

Ao contrário do que muitos possam imaginar, a posição da doutrina espírita não é de condenação ao homossexual. Aliás, a filosofia espírita não possui a característica da condenação de quaisquer atos ou posturas. Ao invés disto, estuda e compreende a origem dos problemas procurando esclarecer os indivíduos e não condená-los.

Todas as tendências, vocações ou inclinações psicológicas não são decorrentes apenas das experiências da nossa vida atual. Nossa história é muito mais antiga e complexa do que possa parecer. Se é verdade que a gestação é uma fase extremamente importante na transmissão de energias mentais da mãe para o filho e vice-versa, se é real que nosso psiquismo se consolida através das experiências das diversas etapas infantis e juvenis, há muito além disto. Trazemos nos mais profundos arquivos do inconsciente um somatório de vivências tanto felizes como desagradáveis. Alegrias, decepções, momentos de enlevo ou traumas violentos foram por nós assimilados em vidas passadas. Construímos energias, em nós mesmos, que poderão permanecer conosco durante séculos.

Não é possível segundo a ótica do conhecimento reencarnacionista, nos limitarmos a uma visão reducionista relativa a poucas décadas de uma existência quando temos informação que somos seres humanos que reencarnam há muitos milhares de anos.

Não se trata de dogma de fé ou crença cega. Trata-se de documentação através de relatos de espíritos desencarnados, documentação através de processos de memória extra-cerebral na qual pessoas se recordam espontaneamente de vidas passadas e documentação obtida por terapias regressivas a vivências pretéritas. Há uma infinidade de experiências , das mais diversas ordens, que comprovam ser nosso psiquismo a resultante de uma longa caminhada.

Assim, qualquer peculiaridade comportamental nossa, seja na esfera sexual, seja em qualquer outra esfera, necessita ser entendida pela cosmo visão espírita. A homossexualidade, portanto, não fará exceção pois trata-se de uma característica bastante expressiva e determinante de importantes repercussões individuais, familiares e sociais.

Torna-se importante frisar que a homossexualidade não ocorre, simplesmente, pela mudança de sexo biológico de uma encarnação para a seguinte. Isto quer dizer, se uma mulher necessitar renascer como homem, ou vice-versa, este fato por si só jamais determinará qualquer comportamento na esfera da homossexualidade.

Homem e mulher que estão harmonizados e em sintonia com sua sexualidade ao reencarnarem no sexo oposto continuarão a emitir harmoniosamente sua energia sexual. O chakra genésico que trabalha em equilíbrio expressará esta normalidade pelo veículo corporal conforme a sua fisiologia e anatomia pelas quais se expressa na nova existência física.

A adaptação faz-se automaticamente quando não há distúrbios anteriores. A espiritualidade superior sempre nos esclarece que a reencarnação em sexo diferente do anterior não acarreta distúrbios homossexuais, e, a própria lógica nos leva a esta conclusão, pois a lei universal do renascimento visa harmonizar as criaturas e não gerar dificuldades e conflitos desnecessários

Conforme já comentamos em outros escritos, em nosso planeta existem apenas 2 sexos biológicos: o masculino, proveniente da união de um espermatozóide y com um óvulo, e o feminino, proveniente da união de um espermatozóide x também com um óvulo. Apesar de, em sua natureza íntima, o espírito não ter sexo, as experiências das vidas passadas determinam uma nítida polarização energética do espírito reencarnante, com características masculinas ou femininas. É verdade, também , que o espírito humano possui nas energias sexuais, um dos mecanismos de seu próprio progresso espiritual, mesmo porque são aquisições seculares, e constantemente renovadas pelas novas encarnações. Espíritos em fase evolutiva compatível com o planeta Terra possuem, normalmente, as forças sexuais inclinadas ou para a polarização masculina ou para a polarização feminina. Quem visualiza a respeitável figura de Bezerra de Menezes sempre o vê como uma figura masculina inclusive com barba etc...Da mesma forma, nas visões que podemos ter dos espíritos da falange de Maria eles são tipicamente femininos. Em nível mais periférico, e pessoal, diria que não há como confundir a figura do meu pai desencarnado com, por exemplo, da minha tia. Observamos, portanto, que os espíritos masculinos bem como os femininos expressam em suas energias a tendência sexual que lhes é natural e de conformidade com suas inclinações psíquicas.

As peculiaridades psico-sexuais de um espírito determinam, desta forma, a sua expressão física ou sua organização biológica no que tange ao aspecto do seu corpo astral. Portanto, o corpo espiritual é reflexo de sua mente. Conforme já estudamos, ao reencarnar o espírito ligando-se ao óvulo transmite suas vibrações tipificando, automaticamente, sua polaridade sexual. Em razão desta polaridade sexual transmitida pelo corpo espiritual ao óvulo, este irá atrair o espermatozóide X (feminino) ou Y (masculino) que determinará o sexo biológico da futura encarnação. Conclui-se, por este motivo, que o sexo biológico será sempre o adequado as características psico-sexuais do espírito.

A homossexualidade é uma dificuldade de adaptação do espírito a sua condição biológica. Neste grupo, estamos incluindo todos os indivíduos em desequilíbrio sexual com seu organismo que procuram exercer a fisiologia sexual com parceiros do mesmo sexo, em prática incompatível com a natureza que elaborou dois sexos opostos e complementares. Trata-se de um desajuste, algo a ser corrigido, amparado com respeito e tratado. Não perseguido ou discriminado mas também não encoberto sob a falsa interpretação de " uma livre opção sexual ". Não existe 3° , 4° ou outro sexo. Existem, em nosso planeta, apenas dois de polaridades opostas.

A não discriminação do homossexual e o respeito que se deve ter para com estes irmãos não exclui, no entanto, que se trata de uma dificuldade sexual dos mesmos. Dificuldades ou desajustes emocionais (ou físicos), constituem-se sempre em uma patologia. Quando se menciona o termo patologia há, imediatamente, uma reação de determinados grupos pois logo associam à discriminação. Voltamos a insistir, o homossexual não está sendo, pela doutrina espírita, excluído, pelo contrário, compreendido e amparado. O que constitui patologia é, pois, sua inadaptação psíquica a uma realidade biológica programada para a existência atual.

A origem do comportamento homossexual deve-se a um conflito entre a estrutura do consciente, ou organização biológica, e as regiões do inconsciente ou estruturas espirituais, em desarmonia energética. Conforme sabemos, qualquer postura mental gera núcleos de vibração nas estrutura do inconsciente. Posturas mentais, reforçadas por atitudes, intensificam esses campos de vibração. Desta forma, compreende-se que atitudes de exacerbação sexual com desvios de conduta, especialmente quando prejudicam outros indivíduos, gravam-se indelevelmente nos campos energéticos do espírito. Ao reencarnar, estes desvios energéticos, ou exacerbações da polaridade sexual, determinam conflitos psico-sexuais sérios especialmente se o espírito necessitar renascer em sexo oposto ao da encarnação anterior.

Os conflitos entre o consciente (físico), e o inconsciente (espírito), podem ter, também, origem em vivências desta existência atual.

Se é verdade que distúrbios das vidas anteriores podem ser determinantes de desarmonias energéticas na esfera psico-sexual, o inconsciente também registra inúmeros fatos da existência presente. Podemos dividir, didaticamente, o inconsciente em duas faixas principais: inconsciente presente e inconsciente pretérito. No inconsciente presente, ou atual, estão arquivadas as experiências desta encarnação que, por serem recentes, possuem grande influência na configuração psicológica de todos nós. O inconsciente pretérito constitui uma faixa muito mais ampla porém, em certos casos, podem ter uma expressão menos preponderante que as vivências mais recentes. Cada caso é estritamente pessoal portanto diferente de um indivíduo para outro.

Desde o início das gestação, passando pela infância e adolescência, o espírito vivencia as mais diferentes situações na área da sexualidade. Assim como muitos problemas tem origem na vida atual, freqüentemente situações pregressas são relembradas ou reforçadas nesta vida por erros de educação, pais violentos, abandono, agressões do meio ambiente etc, que conforme as particularidades de cada psiquismo, geram ou repulsa ou identificação com o sexo oposto.

A homossexualidade, ou inadaptação ao sexo biológico, é, portanto, decorrente de um conflito entre zonas do inconsciente (atual e ou pretérito) com as estruturas da zona consciencial. Em determinada ocasião, quando fomos convidados para proferir uma palestra sobre o tema a um grupo de adolescentes, um jovem solicitou-me uma explicação, sob o ponto de vista energético, do porquê a homossexualidade não ser normal. Surgiu-me uma idéia que na ocasião me pareceu adequada:

- Se você olhar aquela tomada na parede, observará que há dois orifícios; por que?

- Todo mundo sabe, uma é para o fio positivo e outro para o negativo.

- Por que, não podem ser dois fios positivos ou dois negativos?

- Porque a corrente para se processar necessita de pólos opostos.

- O que aconteceria se eu colocasse só fios de polaridade igual?

- Ou o Sr. leva um bruto choque (disse ele rindo), ou a lâmpada não vai acender.

- Pois é isto mesmo que acontece com relação ä sexualidade. É preciso entender que também há comunhão de energia entre os parceiros. Estabelece-se um circuito fluídico-vibratório intenso entre os envolvidos. Um homem e uma mulher permutam cargas magnéticas de polarização complementar que os realimenta psiquicamente. Um casal, normalmente adaptado a sua fisiologia, ao se amar e manter relações sexuais intercambiam, intensamente, ondas de energia que ao se completarem absorvem outras, por sintonia, dos planos energéticos superiores. O próprio êxtase sexual é uma abertura magnética para a absorção destas energias que os ampara em termos de vibração psíquica. Como nas ligações homossexuais a polaridade energética não é complementar, há dificuldade em ocorrer o processo descrito. É comum nos homossexuais uma insatisfação íntima ou sensação de vazio interior por ausência da complementaridade energética nas relações, o que pode determinar conseqüências mais ou menos graves.

Não pretendemos esgotar tema tão complexo e doloroso. Em termos de terapêutica, recomendaríamos um acompanhamento minucioso, psicológico e espiritual fosse feito aos irmãos com esta dificuldade. Tomemos por exemplo um homossexual do sexo masculino. Ao invés de buscar relações sexuais na qual desempenharia o papel inverso ao de sua fisiologia, deverá drenar estas forças para atividades compatíveis com esta energia feminina. Um erro comum, cometido por muitos pais, é matricular o garoto em aulas de boxe ou outro esporte para "machos". Tal atitude agrava as dificuldades do jovem que está a precisar de uma canalização sadia dos instintos opostos a sua morfologia. Devem ser-lhe oferecidas atividades que se afinizem com seu psiquismo. Não abafar ou reprimir, mas direcionar sob supervisão, para a arte, a música, ou até para a ciência conforme o caso.

Apoiados pelas igrejas, homofóbicos não param de agredir gays no Brasil

Apoiados pelas igrejas, homofóbicos não param de agredir gays no Brasil

Toda vez que um gay fosse agredido, essa gente devia ser responsabilizada



Olhe bem: não tem cara de biba ?
















Pastores e padres de igrejas cristãs estão conseguindo o que queriam: dar argumentos "bíblicos" e desculpas "sagradas" para que grande parte da população despreze e mesmo agrida os homossexuais nas ruas. Ontem, um impressionante índice foi publicado. Quase 98 % dos alunos dos ensinos fundamentais e médio do país disseram que não querem homossexuais por perto. JESUS TE AMA !!!!!!!

Veja as últimas notícias sobre homofobia no país:

Diretor Agredido

O diretor e roteirista de série gay “Apenas Heróis”, Daniel Sena, foi mais uma vítima da violência homofóbica. No domingo 21 ele foi atacado próximo a sua residência, em Salvador, por três homens. Levado por estes a um matagal, ele ouviu insultos como “viadinho” e “gay de merda”, além de ter sido obrigado a comer terra e beber gasolina.

Os agressores ameaçaram introduzir um pedaço de ferro no ânus de Sena, perguntando como ele tem coragem de continuar a escrever e dirigir um trabalho como a série. Sena foi socorrido por um caminhoneiro que passava pelo local. A violência contra homossexuais no Brasil parece estar distante de acabar.


Travestis recebem ameadas de Skinheads

A sede da Igualdade Associação de Travestis e Transexuais do Rio Grande do Sul recebeu ameaças por meio de telefonemas anônimos de pessoas que dizem ser skinheads homofóbicos. Elas prometeram tumultuar a 14ª Parada Livre Porto Alegre 2010, que ocorrerá no Parque da Redenção, a partir das 14h de domingo (28).

Jovens agressores de gays foram internados. Maior será preso

Os psicopatas que agrediram 4 jovens homossexuais em São Paulo enfim parece que pagarão aro por isso. Quatro dos covaredes foram internados ontem em Casa de detenção para menores. Um maior está sendo procurado pela polícia para ser preso.

Decretada internação de jovens suspeitos de agressões na Paulista

Decretada internação de jovens suspeitos de agressões na Paulista

A 1ª Vara da Infância e Juventude de SP determinou que os 4 adolescentes vão responder a processos internados na Fundação Casa

Márcio Apolinário, iG São Paulo | 23/11/2010 15:28

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A 1ª Vara da Infância e Juventude de São Paulo decretou nesta terça-feira a internação provisória dos quatro adolescentes envolvidos em agressões a pedestres na Avenida Paulista no último domingo. De acordo com a promotora da Infância e da Juventude Ana Laura Lunardelli, os quatro adolescentes vão responder a processo internados na Fundação Casa. Todos devem ser julgados por uma tentativa de homicídio, duas lesões corporais e um roubo.

A promotora não tem informações sobre pedido de prisão para o quinto suspeito, o único maior de idade.

Na última quinta-feira, imagens de câmera de segurança divulgadas mostraram momento em que um jovem foi agredido na Avenida Paulista, na manhã do último domingo.

Veja as imagens

O adolescente que aparece como agressor no vídeo integra grupo suspeito de agredir com socos, pontapés e lâmpadas fluorescentes quatro jovens na região da avenida. A suspeita é de que as agressões foram motivadas pelo fato de as vítimas serem ou estarem acompanhadas de homossexuais, o que tipifica um crime de homofobia. Para advogado de um dos suspeitos, o que ocorreu foi uma briga e não uma agressão.

Para o delegado titular do 5º Distrito Policial de São Paulo, José Matallo Neto, a internação prova que a Justiça está de olho e não deixa passar crimes desse tipo. O que esses rapazes fizeram é absurdo. O Ministério Público, a princípio, não podia fazer muito, mas, depois de todas as testemunhas serem ouvidas e as imagens terem sido vistas, não sobra dúvida de que houve barbaridade no ato desses jovens”.


“A grande imprensa, Ministério Público, todos colaboram para que não passasse impune”, completou.

As agressões
Segundo a 5ª DP, o grupo realizou o primeiro ataque contra dois rapazes por volta das 6h30. Um deles ficou com vários ferimentos no rosto depois de ser agredido com duas lâmpadas fluorescentes usadas como arma. Ele foi levado para o Hospital Oswaldo Cruz.

O segundo ataque foi logo depois, contra outro rapaz, que não sofreu ferimentos e não precisou de atendimento médico. As pessoas agredidas têm entre 20 e 23 anos, segundo a polícia. De acordo com o boletim, uma quarta vítima ouviu gritos de um indivíduo na Avenida Paulista vindo em sua direção. Esse indivíduo, de acordo com o relato, começou a dar socos e chutes na vítima sem falar nada. Durante a agressão, celular e carteira da vítima caíram no chão e foram roubados.

Os cinco jovens agressores alegaram provocação para os ataques. Segundo a polícia, eles afirmam terem reagido a provocações. A polícia informou, no entanto, que essa justificativa contraria a versão das vítimas e das testemunhas que presenciaram as cenas.

domingo, 31 de julho de 2011

UMA VISÃO ESPÍRITA DO HOMOSSEXUALISMO SEM O DISSIMULADO PURISMO CRISTÃO



Jorge Hessen Site: http://meuwebsite.com.br/jorgehessen As múltiplas experiências humanas pela reencarnação e os repetidos contatos com ambos os sexos proporcionam ao espírito as tendências sexuais na feminilidade ou masculinidade e este reencarna com ambas polaridades e se junge, muitas vezes contrariado, aos impositivos da anatomia genital e da educação sexual que acolhe em seu ambiente cultural.

Consoante essas experiências tenderá para qualquer das duas opções e o fará nem sempre de acordo com sua aspiração interior, que poderá ser inverso ao que determina o meio socio-cultural.Emmanuel ensina na obra “Vida e Sexo” que o “Espírito passa por fileira imensa de reencarnações, ora em posição de feminilidade, ora em condições de masculinidade, o que sedimenta o fenômeno da bissexualidade, mais ou menos pronunciado, em quase todas as criaturas.” ( ) Além disso há vários fatores educacionais que poderiam contribuir para despertar no indivíduo as tendências sepultadas nas profundezas de seu inconsciente espiritual.

E, ainda que desempenhe papéis de acordo com a sua anatomia genital e que seu psiquismo se constitua de acordo com sua opção sexual, poderá ocorrer que se desperte com desejos de ter experiências afetivas com pessoas do mesmo sexo. Tal ocorrência poderá lhe tumultuar a consciência caracterizando, por aquele motivo, um transtorno psíquico-emocional.

A convivência do espírito com o sexo oposto ao que adotou em cada encarnação, bem como aquelas na qual exerceu sua opção sexual, irão plasmar em seu psiquismo as tendências típicas de cada polaridade. Explica Emmanuel, a homossexualidade, também hoje chamada transexualidade, em alguns círculos de ciência, definindo-se, no conjunto de suas características, por tendência da criatura para a comunhão afetiva com uma outra criatura do mesmo sexo, não encontra explicação fundamental nos estudos psicológicos que tratam do assunto em bases materialistas, mas é perfeitamente compreensível, à luz da reencarnação.”( )

Na questão 202 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec indaga aos Espíritos: "Quando errante, que prefere o Espírito: encarnar no corpo de um homem, ou no de uma mulher?" "Isso pouco lhe importa” responderam os Benfeitores, “o que o guia na escolha são as provas por que haja de passar"( ) esclareceram os Espíritos. A genética tem tentado encontrar genes que explicariam a homossexualidade como sendo desvio de comportamento sexual. A psiquiatria tenta encontrar enzimas cerebrais que poderiam influenciar no comportamento sexual. Mas a sede real do sexo não se acha no veículo físico, porém na estrutura complexa do espírito. É por esse prisma que devemos encarar as questões relacionadas ao sexo. Dia virá que “a coletividade humana aprenderá, gradativamente, a compreender que os conceitos de normalidade e de anormalidade deixam a desejar quando se trate simplesmente de sinais morfológicos”.

Não podemos confundir homossexualismo com desvio de caráter, até porque os deslizes sexuais de qualquer tendência têm procedências diversas. Suas raízes genésicas podem vir de profundidades íntimas insondáveis. “A própria filogênese( ) do sexo, que começa aparentemente no reino mineral, passando pelo vegetal e ao animal, para depois chegar ao homem, apresenta enorme variação de formas, inclusive a autogênese[geração espontânea] dos vírus e das células e a bissexualidade dos hermafroditas”( ), para alguns pesquisadores justifica o aparecimento de desvios sexuais congênitos.

Com a liberação sexual e a ascensão do feminino na sociedade contemporânea, a tolerância ao homossexualismo aumentou, permitindo que uma grande quantidade de pessoas que viviam no anonimato se expressasse naturalmente. Chico Xavier explica de forma clara o seguinte, “não vejo pessoalmente qualquer motivo para criticas destrutivas e sarcasmos incompreensíveis para com nossos irmãos e irmãs portadores de tendências homossexuais, a nosso ver, claramente iguais as tendências heterossexuais que assinalam a maioria das criaturas humanas. Em minhas noções de dignidade do espírito, não consigo entender porque razão esse ou aquele preconceito social impedirá certo número de pessoas de trabalhar e de serem úteis a vida comunitária, unicamente pelo fato de haverem trazido do berço características psicológicas e fisiológicas diferentes da maioria. (...)Nunca vi mães e pais, conscientes da elevada missão que a Divina Providencia lhes delega, desprezarem um filho porque haja nascido cego ou mutilado. Seria humana e justa nossa conduta em padrões de menosprezo e desconsideração, perante nossos irmãos que nascem com dificuldades psicológicas?”( )

A Doutrina Espírita é libertadora por excelência. Ela não tem o caráter tacanho de impor seus postulados às criaturas, tornando-as infelizes e deprimidas. A energia sexual pede equilíbrio no uso e não abuso ou repressão. O Espiritismo não condena a homossexualidade, contrariamente, recomenda-nos o respeito e fraterna compreensão para com os que têm preferências homoafetivas. Muitas vezes pode até ser alguém tangido pelo apelo permissivo que explode das águas tóxicas do exacerbado erotismo, somados aos diversos incentivadores pseudocientíficos da depravação, que podem estar desestruturando seu sincero projeto de edificação moral, através de uma conduta sexual equilibrada.( ) Por isso mesmo, não pode ser discriminado, nem rejeitado, pois, como admoesta Jesus, "aquele dentre vós que não tiver pecados, que atire a primeira pedra"( )...

Como já vimos com Emmanuel no início desta exposição, não há masculinidade plena, nem plena feminilidade na Terra. Tanto a mulher tem algo de viril, quanto o homem de feminil. Antigamente a educação muito rígida e repressiva contribuía para enquadrar o indivíduo ambisséxuo, em seu sexo natural.

Assumir a homossexualidade não significa mergulhar em um universo de atitudes extremadas e desafiadoras perante seu grupo de relacionamento familiar ou profissional, “mas fazer um profundo exercício de autoaceitação, asserenar-se por dentro a fim de poder reconhecer perante si mesmo e todo seu círculo de amigos e parentes que vive uma situação conflitante. O verdadeiro desafio é a construção interna para superar os desejos. E não estamos aqui referindo-nos exclusivamente a desejo sexual e sim a toda espécie de desejos que comandam a vida das criaturas.” ( )

Emmanuel enfatiza que “O mundo vê, na atualidade, em todos os países, extensas comunidades de irmãos em experiência dessa espécie [homossexual], somando milhões de homens e mulheres, solicitando atenção e respeito, em pé de igualdade devidos às criaturas heterossexuais.”( ) O homossexualismo não deve, pois, ser classificado como uma psicopatia ou comportamento merecedor de discriminação ou medidas repressivas. O homossexual, especialmente o "transexual", merece toda a nossa compreensão e ajuda, para que ele possa vencer sua luta de adaptação ao novo sexo adquirido com o renascimento.

Outra questão extremamente controvertida, para muitos cristãos, é a possibilidade da união estável (casamento) entre duas pessoas do mesmo sexo. Ante a miopia preconceituosa do falso purismo religioso da esmagadora maioria de cristãos supostamente “puros”, isso é uma blasfêmia. Isto torna o tema bastante complexo e, portanto, aberto para discussões. Porém, após refletir bastante sobre o assunto e, sobretudo, tendo como alicerce as opiniões de Chico Xavier, entendemos que a união estável (casamento) entre homossexuais é perfeitamente normal, sim.

Só conseguiremos entender melhor a questão homossexual depois que estivermos livres dos (pré)conceitos que nos acompanham há muitos milênios. Arriscaríamos a afirmar, que a legalização do casamento entre duas pessoas do mesmo sexo, é um avanço da sociedade, que estará apenas regulamentando o que de fato já existe.

Seria lícito a duas pessoas do mesmo sexo viverem sob o mesmo teto, como marido e mulher?A propósito, vasculhando fontes sobre esta mesma indagação encontramos em Folha Espírita a resposta de Emmanuel “A esta indagação o Codificador da Doutrina Espírita formulou a Questão 695, em O Livro dos Espíritos, com as seguintes palavras: ‘O casamento, quer dizer, a união permanente de dois seres, é contrário a lei natural?’ Os orientadores dos fundamentos da Doutrina Espírita responderam com a seguinte afirmação: ‘É um progresso na marcha da humanidade.’ Os amigos encarnados no plano físico com a tarefa de sustentar e zelar pelo Cristianismo Redivivo, na Doutrina Espírita, estão aptos ao estudo e conclusão do texto em exame.”( ) (grifamos)

Tanto o homossexual como o heterossexual devem buscar a sua reforma interior, não cedendo aos arrastamentos provocados pelos impulsos instintivos e sensuais. O que é ilícito ao hetero, também o é ao homossexual, ambos precisam “distinguir no sexo a sede de energias superiores que o Criador concede à criatura para equilibrar-lhe as atividades, sentindo-se no dever de resguardá-las contra os desvios suscetíveis de corrompê-las. O sexo é uma fonte de bênçãos renovadoras do corpo e da alma”( )

Mister, portanto, reconhecer que ao serem identificadas os pendores homossexuais das pessoas nessa dimensão de prova ou de expiação, é imperioso se lhes oferte o amparo educativo pertinente, nas mesmas condições que se administra instrução à maioria heterossexual da sociedade.

Acreditamos, por fim, que estas idéias poderão levar, a quantos as lerem, a meditar, em definitivo, sobre o assunto , lembrando que o homossexualismo transcende em si mesmo a simples questão da permuta sexual.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011


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NÃO HÁ EFEITO SEM CAUSA E DEUS É A
CAUSA PRIMORDIAL DO UNIVERSO


Deus é uma coisa palpável não por Ele mesmo, mas através de Sua criação, do mesmo modo que átomos não são “coisas” em sua forma atômica, mas um grande número deles colocados juntos repentinamente se torna visível e objeto reconhecível. No século XIX Kardec indagou dos Espíritos, “Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus?” A resposta chega de forma simples e objetiva, com a profundidade característica dos Espíritos superiores: “Num axioma que aplicais às vossas ciências. Não há efeito sem causa. Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem e a vossa razão responderá.”·[1] Portanto, o conhecimento dos pensadores não pode encontrar outra conclusão, senão a de que Deus existe e é a inteligência suprema do Universo.

A Doutrina Espírita rejeita a fé cega, defendendo, com argumentos, a fé raciocinada, conduzindo as pessoas a não acreditarem, simplesmente por acreditar, mas a saber porque acreditam em algo. E a principal delas é defender a prova da existência de Deus.

Tanto foi o cuidado de não personificá-lo que a primeira pergunta de Kardec endereçou aos Espíritos foi com a expressão "Que é Deus?” Em substituição à clássica e antropomórfica indagação: “Quem é Deus?”

Ante a majestática obra do Criador, o Espírito Emmanuel explica que o homem “observa as dimensões diminutas do Lar Cósmico [Terra] em que se desenvolve. Descobre que o Sol tem um volume de 1.300.000 vezes maior; a Lua dista mais de 380.000 quilômetros; Marte, distante de nós cerca de 56.000.000 de quilômetros na época de sua maior aproximação, Capela é 5.800 vezes maior, Canópus tem um brilho oitenta vezes superior ao Sol”.[2] O Sistema Solar possui apenas 9 planetas com 57 satélites no total de 68 corpos celestes. E para que tenhamos noção de sua insignificância diante do restante do Universo, nosso Sistema Solar compõe um minúsculo espaço da pequena da Via Láctea”[3] ou seja, um aglomerado de cerca de 100 bilhões de estrelas, com pelo menos cem milhões de planetas e, segundo Carl Seagan, no mínimo cem mil deles com vida inteligente e mil com civilizações mais evoluídas que a nossa. [4]

Além do Big Bang - Cosmologia Quântica e Deus, é o livro publicado pelo cientista Willem B. Drees, Doutor em Física Teórica e Matemática pela Universidade Utrecht e em Teologia pela Universidade de Gröningen (Holanda), que procura demonstrar sobre a existência de um interesse crescente pela investigação científica baseada na certeza da existência de Deus. A teoria mais moderna do início do Universo nos remete não apenas para o Big Bang (a grande explosão) princípio de tudo, mas, para a idéia de vários big bangs, com Universos cíclicos através de quatrilhões de anos. Diante destes números pensaríamos haver chegado na idéia do que é o Universo; ledo engano, pois estas áreas, ou melhor, volumes, representariam apenas 3% do que seria a totalidade de tudo dentro do tridimensional e espaço/tempo como conhecemos. Os espaços interplanetários, interestrelares e intergalácticos, obviamente, formariam a maior parte daquilo que chamamos de Universo.”[5]

O grande desafio da astrofísica, atualmente é a chamada energia escura e as lentes do telescópio espacial Hubble flagraram o comportamento dessa energia um dos maiores enigmas cósmicos. “Ao observar supernovas, que são explosões de estrelas, o telescópio registrou o efeito da aceleração da luz. A descoberta deve ajudar a explicar o que é a energia escura que cobre quase todo o cosmos, uma força que pode ser responsável pela contínua e acelerada expansão do Universo, também chamada de partícula Deus”.[6]

A nossa compreensão de Deus muda na mesma proporção em que a nossa percepção sobre a vida se amplia. É uma tarefa difícil, quando o limitado tenta alcançar o Ilimitado, ou o finito entender o Infinito. Assim somos nós diante de Deus. As opiniões científicas ainda estão divididas quanto à origem do universo, mas há unanimidade num ponto, existe ordem no universo.

Todos fomos criados por Deus para a glória celeste, caminhando pelos proscênios terrestres, onde desenvolvemos potencialidades interiores que nos são herança divina esculpidas. “A dedução que se pode tirar da certeza inata que todos os homens trazem em si, da existência de Deus, é a de que Ele existe; pois, donde lhes viria esse sentimento, se não tivesse uma base?” [7] E “Sendo Deus a essência divina por excelência, unicamente os Espíritos que atingiram o mais alto grau de desmaterialização o podem perceber”. [8]

Assinalamos aqui uma pequena digressão: é interessante notar que geralmente, nós imaginamos Deus como alguma coisa absolutamente externa. Pensamos em Deus como um ser ou algo separado de nós, advindo muitos conflitos. Ora! Se o Todo-Poderoso também está dentro de nós, podemos mudar por nossa própria vontade. Mas se acreditamos que o Pai celestial está exclusivamente do lado externo, então supomos que só Ele pode nos mudar e não nos transformamos pela nossa própria vontade. Achamo-nos então, constantemente, em presença da Divindade; nenhumas das nossas ações lhe podem subtrair ao olhar; o nosso pensamento está em contato ininterrupto com o seu pensamento, havendo, pois, razão para dizer-se que Deus vê os mais profundos refolhos do nosso coração.

Albert Einstein, físico alemão de origem judaica que dispensa apresentações “quando, em 1921, perguntado pelo rabino H. Goldstein, de New York, se acreditava em Deus, respondeu: “Acredito no Deus de Spinoza, que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe, e não no Deus que se interessa pela sorte e pelas ações dos homens”[9]. Nesta mesma ocasião, muitos líderes religiosos diziam que a teoria da relatividade “encobre com um manto o horrível fantasma do ateísmo, e obscurece especulações, produzindo uma dúvida universal sobre Deus e sua criação”.[10] Tese que discordamos integralmente , pois Einstein confessou a um assistente que no fundo, seu único interesse era descobrir se no instante da criação Deus teve escolha de fazer um universo diferente e, caso tenha tido opção, por que é que decidiu criar esse universo singular que conhecemos e não outro qualquer? Dizia ainda, “Minha religião consiste em humilde admiração do espírito superior e ilimitado que se revela nos menores detalhes que podemos perceber em nossos espíritos frágeis e incertos. Essa convicção, profundamente emocional na presença de um poder racionalmente superior, que se revela no incompreensível universo, é a idéias que faço de Deus”.[11]

Da megaestrutura dos astros à infra-estrutura subatômica, tudo está mergulhado na substância viva da mente de Deus. O físico americano Paul Davies no seu livro intitulado Deus e a Nova Física afirma categoricamente que o universo foi desenhado por uma consciência cósmica.[12] O Universo, portanto, constituídos por esses milhões de sóis, regido por leis universais, imutáveis, completas, às quais acham-se sujeitas todas as criaturas, é a exteriorização do Pensamento Divino.